Mirelle Pinheiro

RJ: PM é alvo de operação após matar o próprio sobrinho à queima-roupa

Ele já havia respondido por um homicídio qualificado em 2012, chegando a ser excluído da corporação

atualizado

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Reprodução / PCERJ
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1 de 1 pcerj - Foto: Reprodução / PCERJ

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, na manhã desta sexta-feira (5/12), uma operação para prender o cabo da Polícia Militar Alexandre Severino Rodrigues dos Santos, lotado no 2º BPM (Botafogo).

Ele é apontado como autor do homicídio qualificado do seu sobrinho Kaik dos Santos Azevedo, de 28 anos, assassinado com cinco tiros em 28 de agosto deste ano, em Itaguaí.

A ação é conduzida pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que mobiliza agentes para cumprir o mandado de prisão expedido pela Justiça.

Crime por vingança após briga familiar

Segundo as investigações, o crime foi motivado por um desentendimento pessoal. Kaik teria descoberto que o tio-avô, o PM Alexandre, tentou iniciar um relacionamento amoroso com sua ex-companheira.

A descoberta levou a uma discussão acalorada, durante a qual o policial teria jurado Kaik de morte.

No dia do crime, Kaik trabalhava entregando quentinhas em um bar na Vila Geny, em Itaguaí. Ele foi surpreendido no local por Alexandre, que chegou armado com uma pistola calibre .380.

De acordo com a DHBF, o militar executou o sobrinho à queima-roupa, enquanto um comparsa dava cobertura.

Histórico de violência

O caso não é o primeiro episódio grave envolvendo o PM. Alexandre Severino possui um extenso histórico criminal, incluindo registros de violência doméstica e outras acusações.

Ele já havia respondido por um homicídio qualificado em 2012, chegando a ser excluído da corporação. Após ser absolvido, conseguiu retornar às funções mais de dez anos depois.

Com o avanço da investigação, agentes tentam localizar a pistola usada na execução e identificar oficialmente o homem que aparece nas imagens dando suporte ao PM durante o ataque.

Denúncias

A Polícia Civil reforça que informações sobre o paradeiro de Alexandre podem ser repassadas anonimamente ao Disque Denúncia (21) 2253-1177.

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