Mirelle Pinheiro

Quem é o PM da ativa suspeito de atuar como segurança de Adilsinho

O policial foi preso na manhã desta quinta-feira (26/2), após ser flagrado em uma casa, em Cabo Frio, na companhia do bicheiro foragido

atualizado

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Diego D’Arribada Rebello de Lima
1 de 1 Diego D’Arribada Rebello de Lima - Foto: Material cedido ao Metrópoles

O policial militar da ativa preso na manhã desta quinta-feira (26/2) após ser flagrado em uma casa em Cabo Frio, na Região dos Lagos, na companhia de Adilson Oliveira Coutinho, o Adilsinho, foi identificado como Diego D’Arribada Rebello de Lima (foto em destaque).

A coluna apurou que o militar, que nasceu no Rio de Janeiro (RJ) e tem 37 anos, estaria atuando como segurança particular do bicheiro.

Ambos foram presos por policiais federais e policiais civis após levantamento de dados e informações de inteligência desenvolvidos no âmbito da Ficco-RJ. 

A ação visa desmantelar uma organização criminosa armada e transnacional, especializada no comércio ilegal de cigarros por meio do domínio de regiões e da imposição de violência e medo.

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A prisão foi realizada por policiais federais e policiais civis, após levantamento de dados e informações de inteligência desenvolvidas no âmbito da Ficco-RJ.
O homem foi conduzido à Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro para formalidades decorrentes da prisão e, posteriormente, será encaminhado ao sistema prisional do estado
Adilson Oliveira Coutinho Filho é conhecido como Adilsinho
A prisão foi realizada por policiais federais e policiais civis
Ele foi transferido em um helicóptero
Foragido por força de mandado em aberto expedido pela Justiça Federal, Adilsinho também é apontado como mandante de homicídios e procurado pela Justiça Estadual há quase duas décadas
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Foragido por força de mandado em aberto expedido pela Justiça Federal, Adilsinho também é apontado como mandante de homicídios e procurado pela Justiça Estadual há quase duas décadas

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A prisão foi realizada por policiais federais e policiais civis, após levantamento de dados e informações de inteligência desenvolvidas no âmbito da Ficco-RJ.
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A prisão foi realizada por policiais federais e policiais civis, após levantamento de dados e informações de inteligência desenvolvidas no âmbito da Ficco-RJ.

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O homem foi conduzido à Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro para formalidades decorrentes da prisão e, posteriormente, será encaminhado ao sistema prisional do estado
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O homem foi conduzido à Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro para formalidades decorrentes da prisão e, posteriormente, será encaminhado ao sistema prisional do estado

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Adilson Oliveira Coutinho Filho é conhecido como Adilsinho
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Adilson Oliveira Coutinho Filho é conhecido como Adilsinho

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A prisão foi realizada por policiais federais e policiais civis
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A prisão foi realizada por policiais federais e policiais civis

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Ele foi transferido em um helicóptero
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Ele foi transferido em um helicóptero

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O contraventor foi capturado em uma residência na cidade de Cabo Frio (RJ), em ação que contou com o apoio do Serviço Aeropolicial
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O contraventor foi capturado em uma residência na cidade de Cabo Frio (RJ), em ação que contou com o apoio do Serviço Aeropolicial

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Nas imagens, é possível ver quando as polícias Civil e Federal chegam ao imóvel onde o bicheiro estava escondido
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Nas imagens, é possível ver quando as polícias Civil e Federal chegam ao imóvel onde o bicheiro estava escondido

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Criminoso sanguinário

Adilsinho estava foragido da Justiça Federal e também é procurado pela Justiça Estadual, sendo apontado como mandante de diversos homicídios.

Integrante da cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro, ele é considerado o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do estado, atividade criminosa ligada a organizações armadas e com atuação transnacional, marcada pela imposição de violência e domínio territorial.

A trajetória de Adilsinho no submundo do crime começou nos anos 2000, segundo investigações.

Ele teria atuado no desenvolvimento de softwares para máquinas de videobingo adulteradas, conhecidas como “draculinhas”.

Esses programas manipulavam resultados e valores acumulados para aumentar os lucros das quadrilhas que exploravam jogos ilegais.

Operações como a Furacão (2008) e a Dedo de Deus (2011) já apontavam seu nome no núcleo financeiro do jogo ilegal no estado.

Em uma dessas ações, mais de R$ 4 milhões foram apreendidos em sua residência na Barra da Tijuca. Parte do dinheiro estava escondida em paredes falsas e até no sistema de esgoto da casa.

Com o tempo, ele ampliou os negócios. De operador de máquinas adulteradas passou a integrar a nova cúpula do jogo do bicho e expandiu influência no meio carnavalesco, sendo apontado como patrono da escola de samba Salgueiro.

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