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Mirelle Pinheiro

Qual a suspeita da polícia sobre acidente que matou filha de diplomata

A coluna apurou que o caso é tratado, inicialmente, como homicídio culposo

19/05/2026 12:11, atualizado 19/05/2026 12:14
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Reprodução/ Redes Sociais
Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos

A coluna apurou que a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) já trabalha com uma linha de investigação para apurar o que pode ter provocado o atropelamento ocorrido no último sábado (16/5), em Ipanema, na zona sul do Rio, que matou Mariana Tanaka Abdul Hak (foto em destaque), de 20 anos.

Os indícios iniciais apontam para uma falha mecânica no veículo. Exames indicaram que o motorista não estava sob efeito de álcool ou de substâncias ilícitas no momento do acidente, e não foi identificada qualquer conduta que enquadrasse o caso como dolo eventual. Diante disso, o motorista foi liberado após prestar depoimento.

O caso é investigado pela 14ª Delegacia de Polícia (Leblon). Além de Mariana, outras duas pessoas ficaram feridas.

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Ela foi atropelada no Rio de Janeiro
Mariana Tanaka Abdul Hak
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Mariana Tanaka Abdul Hak

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Ela foi atropelada no Rio de Janeiro
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Ela foi atropelada no Rio de Janeiro

Linkedln/Reprodução

Quem era a jovem

Filha do diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial no gabinete do presidente Lula, e da cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires, Ana Patrícia Neves Abdul Hak, a jovem estava de mudança para o Rio de Janeiro após passar cerca de 10 anos vivendo na Europa. Mariana pretendia morar na capital fluminense e iniciar trabalho em uma multinacional.

Formada em administração de empresas, Mariana havia morado no Reino Unido, na Venezuela, na Bélgica, no Líbano, na França e na Itália.