
Mirelle PinheiroColunas

Qual a suspeita da polícia sobre acidente que matou filha de diplomata
A coluna apurou que o caso é tratado, inicialmente, como homicídio culposo
atualizado
Compartilhar notícia

A coluna apurou que a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) já trabalha com uma linha de investigação para apurar o que pode ter provocado o atropelamento ocorrido no último sábado (16/5), em Ipanema, na zona sul do Rio, que matou Mariana Tanaka Abdul Hak (foto em destaque), de 20 anos.
Os indícios iniciais apontam para uma falha mecânica no veículo. Exames indicaram que o motorista não estava sob efeito de álcool ou de substâncias ilícitas no momento do acidente, e não foi identificada qualquer conduta que enquadrasse o caso como dolo eventual. Diante disso, o motorista foi liberado após prestar depoimento.
O caso é investigado pela 14ª Delegacia de Polícia (Leblon). Além de Mariana, outras duas pessoas ficaram feridas.
Quem era a jovem
Filha do diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial no gabinete do presidente Lula, e da cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires, Ana Patrícia Neves Abdul Hak, a jovem estava de mudança para o Rio de Janeiro após passar cerca de 10 anos vivendo na Europa. Mariana pretendia morar na capital fluminense e iniciar trabalho em uma multinacional.
Formada em administração de empresas, Mariana havia morado no Reino Unido, na Venezuela, na Bélgica, no Líbano, na França e na Itália.




