PUC-Rio apura denúncia contra aluno por ofensas racistas a Marielle Franco
O procedimento interno foi instaurado após denúncias de que um aluno teria enviado mensagens de cunho racista em um grupo de WhatsApp

A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) abriu uma investigação interna para apurar denúncias de que um aluno da instituição teria enviado, em um grupo de WhatsApp, mensagens de cunho racista contra a memória de Marielle Franco (foto em destaque).
O anúncio ocorreu após Luyara Franco, filha da vereadora, publicar um vídeo em seu perfil nas redes sociais afirmando que um aluno teria se sentido confortável para chamar Marielle de “macaca” e questionar como ela conseguiu pagar a própria faculdade. A vereadora se formou em Ciências Sociais na PUC-Rio.
“A PUC-Rio, alicerçada em sua identidade e missão, repudia veementemente qualquer ato discriminatório cometido por membro de sua comunidade. Racismo e injúria racial são crimes graves, que devem ser apurados pelas autoridades competentes, nos termos da lei”, afirmou a universidade em nota.
A universidade afirmou ter tomado todas as medidas administrativas e legais cabíveis.
“O racismo nega essa dignidade e fere toda a comunidade. Por isso, nosso compromisso não se encerra na apuração deste caso nem na adoção das medidas cabíveis, mas se renova no compromisso com uma educação antirracista e com a preservação da memória de mulheres como Marielle Franco, que é parte da história desta Universidade.”








