Prisão de “Taz” leva polícia a esconderijos de milícia no Rio de Janeiro.
A operação é um desdobramento da prisão de Marlon Aurélio Gomes de Souza, conhecido como “Taz”, ocorrida em 16 de setembro

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) faz, nesta terça-feira (22/9), uma operação contra uma milícia que atua em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O grupo é investigado por fazer cobranças ilegais e ameaçar moradores e comerciantes da região.
Agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) cumprem mandados de busca e apreensão no Complexo do Morro do Pau Branco e em Venda Velha.
Segundo a investigação, o grupo usa homens armados para intimidar moradores e comerciantes. A polícia também descobriu que os criminosos passaram a mudar armas e pontos de apoio de lugar conforme as operações avançaram na região.
A estratégia seria uma forma de dificultar o trabalho policial. Os investigadores identificaram imóveis que podem estar sendo usados para esconder e guardar armas da milícia. Esses endereços estão entre os pontos vasculhados nesta terça-feira.
A operação é um desdobramento da prisão de Marlon Aurélio Gomes de Souza, conhecido como “Taz”, ocorrida em 16 de setembro. Ele é apontado pela polícia como chefe do braço armado da milícia.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Mirelle PinheiroDepois da prisão de Taz, os investigadores conseguiram novas informações sobre outros integrantes do grupo e sobre imóveis que serviriam de apoio aos criminosos. As descobertas deram origem às buscas realizadas nesta terça-feira.





