
Mirelle PinheiroColunas

Poze se pronuncia sobre ação policial na casa de Oruam: “Perseguição”
Na noite dessa segunda-feira (21\7), investigadores da Polícia Civil do RJ estiveram na casa de Oruam, em Joá, no Rio
atualizado
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Marlon Brendon Coelho Couto da Silva — o MC Poze — fez publicações em suas redes sociais sobre a ação policial ocorrida na mansão do rapper Mauro Nepomuceno, o Oruam, na noite dessa segunda-feira (21/7).
Poze, que foi preso em operação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) em junho deste ano, declarou que as ações policiais que miram os cantores de funk e pessoas relacionadas a eles são “perseguição”.
“Fez comigo, agora com os amigos. Que loucura, ninguém faz nada, ninguém se move, ninguém nada”, disse o cantor.
Em outro post, ele também escreveu: “Vamos agir na sabedoria! Algo tem que ser feito, nós não aguenta mais toda essa perseguição (sic)”.
Na noite dessa segunda-feira (21), a Polícia Civil do RJ esteve na mansão de Oruam, no bairro Joá, na Zona Oeste do Rio. Eles levaram preso um homem que estava na residência, suposto amigo do cantor.
A coluna questinou a PCERJ acerca do que se tratava a operação e quem seria o principal alvo. Segundo a PCERJ, durante a abordagem, o morador da residência, que seria Oruam, e mais oito indivíduos surgiram na varanda, proferiram xingamentos e atacaram os agentes com pedras, vindo a ferir um dos policiais.
“Tais elementos desceram e continuaram proferindo insultos e ameaças contra a equipe. Um deles, inclusive, citando ser filho de Márcio dos Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”, uma das principais lideranças do Comando Vermelho, como forma de intimidação.”
A polícia alega que um dos homens que participou do ataque aos policiais correu para dentro da casa, o que obrigou a equipe a entrar para capturá-lo. Ele foi autuado em flagrante por desacato, resistência qualificada, lesão corporal, ameaça, dano e associação para o tráfico.
Oruam e os outros envolvidos teriam fugido do local. “Vale destacar que esta é a segunda vez, em menos de seis meses, que um integrante da facção criminosa é localizado no interior da mesma residência”, evidenciou a PCERJ.












