Mirelle Pinheiro

Polícia se manifesta após sexo de policial com cinco presos em cela

A corporação informou ainda que o servidor foi afastado das funções até a conclusão do processo administrativo

atualizado

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Foto colorida de mãos de homem preso e algemado - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de mãos de homem preso e algemado - Metrópoles - Foto: Getty Images

A Polícia Civil do Amazonas (PCAM) confirmou, em nota divulgada nesse sábado (18/10), que abriu investigação para apurar o caso do policial suspeito de ter mantido relações sexuais com cinco detentos dentro de uma cela da 76ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), no município de de São Gabriel da Cachoeira.

De acordo com a instituição, o episódio está sendo apurado no município de origem e o caso foi encaminhado à Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública. A corporação informou ainda que o servidor foi afastado das funções até a conclusão do processo administrativo disciplinar instaurado para apurar os fatos.

“A Polícia Civil do Amazonas (PCAM) informa que as informações veiculadas estão sendo apuradas no município de São Gabriel da Cachoeira e o caso já foi devidamente encaminhado à Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública do Amazonas. A instituição também ressalta que o servidor foi afastado de suas funções e reforça que não compactua com quaisquer desvios de conduta”, diz a nota.

O caso ganhou repercussão após relatos de que o policial teria chegado embriagado à delegacia e obrigado os presos a manter relações sexuais com ele durante a madrugada. Durante o episódio, os detentos teriam conseguido pegar a arma do investigador, que só foi recuperada no dia seguinte, quando os presos relataram o ocorrido ao delegado responsável pela unidade.

Após o registro do caso, o delegado comunicou imediatamente a corregedoria, que instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). O procedimento tramita sob sigilo.

Os presos já prestaram depoimento e confirmaram a versão dos fatos. A corregedoria deve analisar os laudos e ouvir outros servidores da delegacia antes de concluir o relatório que será encaminhado ao comando da corporação.

O caso segue sob investigação e, segundo fontes ouvidas pela reportagem, o policial poderá responder também criminalmente por estupro e abuso de autoridade, caso sejam confirmadas as suspeitas.

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