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Mirelle Pinheiro

Polícia revela suspeita sobre trio que sumiu após ligação misteriosa

Os jovens sumiram, em Canoas (RS), no início de abril após participarem de um churrasco

17/06/2025 12:04
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Arte/Metrópoles
Polícia revela suspeita sobre trio que sumiu após ligação misteriosa

A coluna apurou que a investigação acerca do desaparecimento de três jovens em Canoas, ocorrido em 7 de abril, na Região Metropolitana de Porto Alegre, tomou um novo rumo.

Após exatos 2 meses e 10 dias desde que os jovens Vítor Juan Santiago, de 18 anos, Carolina Oliveira de Lima, 19, e Pedro Henrique Di Benedetto Rodrigues, 23, sumiram misteriosamente após receberem uma ligação enquanto estavam em um churrasco no bairro Guajuviras, a principal linha de investigação é de que eles tenham sido assassinados.

A informação foi confirmada pela delegada Graziela Zinelli, à frente das investigações sobre o caso.

Desde os desaparecimentos, a  Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) investiga o caso. Em 29 de abril, a Operação Amissus foi deflagrada para buscar pistas sobre o paradeiro dos jovens.

Na ocasião, três pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no sumiço. Uma das hipóteses é de que os jovens tenham sido vítimas de uma emboscada organizada por um grupo criminoso.

A investigação obteve áudios que reforçam a suspeita de envolvimento do crime organizado. Em um deles, um investigado menciona a necessidade de abandonar o carro em um local visível para despistar a polícia.

Sumiço misterioso

Os três jovens desapareceram em 7 de abril, um dia após participarem de um churrasco no bairro Guajuviras. No encontro, teriam recebido uma ligação e saído juntos em um Fiat Punto conduzido por um deles, sem informar o destino.

Desde então, não fizeram mais contato. A última mensagem enviada por um dos celulares foi registrada às 11h31 do domingo. No dia seguinte, uma mensagem recebida por um dos aparelhos chegou a ser visualizada, mas o telefone foi desligado logo em seguida.

O veículo utilizado pelos jovens foi encontrado dois dias depois, abandonado na Estrada do Nazário, também em Canoas. A perícia não identificou sinais de violência, nem vestígios que indicassem o transporte de corpos.