Mirelle Pinheiro

Polícia encontra novo “resort” do traficante Peixão em operação no Rio. Veja vídeo

Durante incursões em área de mata, policiais localizaram os três criminosos escondidos e apreenderam um fuzil

atualizado

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Arte Metrópoles
Peixão
1 de 1 Peixão - Foto: Arte Metrópoles

Uma nova etapa da operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o crime organizado na Baixada Fluminense resultou, nesta quarta-feira (7/1), na prisão de três suspeitos armados e na descoberta de mais uma estrutura atribuída ao traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão.

A ação ocorreu em Nova Iguaçu, na região conhecida como Buraco do Boi, e faz parte da segunda fase da Operação Torniquete.

Durante incursões em área de mata, policiais localizaram os três criminosos escondidos e apreenderam um fuzil.

No mesmo perímetro, as equipes identificaram uma construção em andamento que funcionaria como espaço de lazer da facção, equipada com piscina, churrasqueira e outros itens de recreação.

O local apresentava pichações com referências simbólicas utilizadas pelo grupo criminoso, incluindo a inscrição “exército de Israel” e a Estrela de David, marca frequentemente associada à organização comandada por Peixão.

Ação integrada na Baixada

A operação é conduzida pela Força-Tarefa Cerco Total, formada por delegacias especializadas da região.

Participam da ofensiva agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF), da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Baixada Fluminense (DRFA-BF) e da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Baixada Fluminense (DRFC-BF).

Além das prisões já efetuadas, os policiais seguem em busca de um traficante conhecido como “CB”, apontado como chefe do tráfico local e um dos principais aliados de Peixão na região.

Financiamento do crime organizado

De acordo com a Polícia Civil, a Operação Torniquete tem como foco desarticular as fontes de financiamento das facções, especialmente crimes como roubo e furto de veículos, assaltos a cargas e receptação.

Esses delitos, segundo as investigações, sustentam disputas territoriais, a compra de armamentos e o apoio financeiro a integrantes presos ou foragidos.

Desde o início da operação, em setembro de 2024, mais de 740 pessoas foram presas. As ações também resultaram na recuperação de cargas e veículos avaliados em cerca de R$ 45 milhões, além do bloqueio de bens e valores que já ultrapassa R$ 70 milhões.

A Polícia Civil informou que a operação segue em andamento e que novas prisões podem ocorrer ao longo do dia.

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