Mirelle Pinheiro

Polícia acha espada do He-Man em operação contra PMs agiotas. Veja vídeo

As vítimas do esquema de agiotagem eram submetidas a ameaças, extorsões, tortura, sequestros e, em alguns casos, homicídios

atualizado

metropoles.com

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1 de 1 whatsapp-image-2026-05-20-at-175803_3x2 - Foto: PCAM\Divulgação

Uma megaoperação das forças de segurança do Amazonas culminou na prisão de 20 investigados por agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro, além da apreensão de bens avaliados em R$ 24 milhões. No entanto, um item apreendido durante a ofensiva roubou a cena: uma réplica da espada do He-Man.

 

Um vídeo em que investigadores aparecem levando o item e outras espadas apreendidas em endereços alvo de busca passou a circular na internet.

No registro, um homem responsável pela gravação brinca com os policiais e questiona se o super-herói e protagonista da famosa franquia Mestres do Universo também foi preso.

Apesar da descontração gerada pela apreensão do item, a operação, batizada de “Covil do Mamon”, faz parte de uma extensa investigação contra dois núcleos de organizações criminosas que lucravam com extorsão e agiotagem.

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De acordo com as investigações, os grupos criminosos operavam um esquema de empréstimos e juros exorbitantes, no qual o não pagamento nas datas estipuladas resultava em um sistema organizado de cobranças violentas
As vítimas eram submetidas a ameaças, extorsões, tortura, sequestros e, em alguns casos, homicídios
Um vídeo em que investigadores aparecem levando o item e outras espadas apreendidas em endereços alvo de busca passou a circular na internet
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Um vídeo em que investigadores aparecem levando o item e outras espadas apreendidas em endereços alvo de busca passou a circular na internet

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De acordo com as investigações, os grupos criminosos operavam um esquema de empréstimos e juros exorbitantes, no qual o não pagamento nas datas estipuladas resultava em um sistema organizado de cobranças violentas
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De acordo com as investigações, os grupos criminosos operavam um esquema de empréstimos e juros exorbitantes, no qual o não pagamento nas datas estipuladas resultava em um sistema organizado de cobranças violentas

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As vítimas eram submetidas a ameaças, extorsões, tortura, sequestros e, em alguns casos, homicídios
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As vítimas eram submetidas a ameaças, extorsões, tortura, sequestros e, em alguns casos, homicídios

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De acordo com as investigações, os grupos criminosos operavam um esquema de empréstimos com juros exorbitantes, no qual o não pagamento nas datas estipuladas resultava em um sistema organizado de cobranças violentas. As vítimas eram submetidas a ameaças, extorsões, tortura, sequestros e, em alguns casos, homicídios.

“Temos casos de R$ 150 emprestados que se tornaram R$ 45 mil de dívida. Temos casos que a dívida progrediu de forma que não se justifica para mais de R$ 400 mil. É uma forma extremamente inescrupulosa de cobranças. Temos catalogados homicídios, também derivados desses atos de cobrança”, relatou o delegado Fernando Bezerra.

As investigações também identificaram que o esquema de lavagem de dinheiro ultrapassava as fronteiras do Amazonas, alcançando os estados da Paraíba e Roraima, além de Santa Catarina, onde os policiais militares envolvidos foram presos, na manhã de quarta-feira (20/05).

Dos 20 presos, sete foram interceptados em Manaus e 13 fora do Amazonas. Durante a operação, também foram apreendidos diversos itens utilizados pelas organizações.

Conforme o diretor de comunicação da PMAM, major Andrey Oliveira, os policiais militares presos já respondiam a processo criminal e estavam suspensos das atividades policiais.

A PCAM cumpriu 31 mandados de busca e apreensão e determinou o sequestro de 42 veículos e sete imóveis, além do bloqueio judicial de contas bancárias e da suspensão das atividades de sete pessoas jurídicas ligadas aos investigados.

A desarticulação dos grupos contou com apoio dos departamentos de Polícia Metropolitana (DPM), Inteligência da Polícia Civil (DIPC) e Polícia Técnico-Científica (DPTC), além da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e da Polícia Militar do Amazonas (PMAM). A ação conjunta entre as forças de inteligência e de segurança, inclusive, foi essencial para a prisão dos dois policiais militares em Santa Catarina.

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