Mirelle Pinheiro

PCDF fecha “lojinha on-line” de drogas operada por IA em rede social. Veja vídeo

O responsável pelo esquema, um homem de 23 anos, foi preso em flagrante no momento em que realizava uma entrega de drogas

atualizado

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PCDF/Divulgação
Narcobot PCDF
1 de 1 Narcobot PCDF - Foto: PCDF/Divulgação

Um operação deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Seção de Repressão às Drogas (SRD) da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), nessa quarta-feira (4/2), resultou no fechamento de um grupo chamado “Lojinha On-line”, montado com o objetivo de comercializar entorpecentes na capital do país.

As investigações no bojo da Operação Narcobot revelaram um esquema voltado ao tráfico de drogas que utilizava bots do aplicativo Telegram para a comercialização de entorpecentes.

Conforme apurado pela polícia, um homem de 23 anos havia programado um bot do aplicativo de mensagens para administrar um grupo de usuários interessados na compra de diversos tipos de entorpecentes.

Denominado “Lojinha On-line”, o grupo chegou a contar com mais de 200 participantes. Nele, era possível visualizar uma espécie de cardápio contendo variados tipos de drogas e seus respectivos preços, além de receber promoções, como na chamada “Black Friday”, e conferir feedbacks de outros clientes.
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O homem foi preso em flagrante
A investigação culminou na deflagração da Operação Narcobot
Foram apreendidas porções de maconha, haxixe e cocaína, além de uma balança de precisão, máquina de cartão, aparelho celular e um caderno com anotações relacionadas ao tráfico de entorpecentes.
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Foram apreendidas porções de maconha, haxixe e cocaína, além de uma balança de precisão, máquina de cartão, aparelho celular e um caderno com anotações relacionadas ao tráfico de entorpecentes.

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O homem foi preso em flagrante
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O homem foi preso em flagrante

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A investigação culminou na deflagração da Operação Narcobot
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A investigação culminou na deflagração da Operação Narcobot

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O bot também era responsável por renovar o grupo após determinado período, restringindo o número de participantes, em uma tentativa de despistar eventual ação policial.

Após o usuário demonstrar interesse na aquisição do entorpecente, o bot o redirecionava para o aplicativo WhatsApp, onde o traficante finalizava a venda e marcava o local da entrega.

Segundo informações divulgadas no próprio grupo, o traficante aceitava pagamentos inclusive em criptomoedas.

Prisão

O autor foi preso em flagrante no momento em que realizava uma entrega de drogas. Com ele, foram apreendidas porções de maconha, haxixe e cocaína, além de uma balança de precisão, máquina de cartão, aparelho celular e um caderno com anotações relacionadas ao tráfico de entorpecentes.

A Polícia Civil declarou que a Operação Narcobot reforça o compromisso da 6ª Delegacia de Polícia com a segurança pública e a repressão qualificada ao tráfico de drogas no DF.

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