Mirelle Pinheiro

PCC: “Serial Killer da Rotatória”, o mais temido de TO, foge da prisão

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO), Renan fugiu ao lado de Gildásio Silva Assunção, de 47 anos

atualizado

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Reprodução/SSP-TO
Renan Barros da Silva
1 de 1 Renan Barros da Silva - Foto: Reprodução/SSP-TO

Condenado a 72 anos de prisão e considerado um dos criminosos mais perigosos do Tocantins, Renan Barros da Silva (foto em destaque), de 26 anos, conhecido como “Serial Killer da Rotatória”, está foragido desde a última quinta-feira (25/12).

Ele escapou da Unidade de Tratamento Penal de Cariri, no sul do estado, junto com outro detento, após serrar as grades da cela e usar uma corda improvisada para pular o alambrado do presídio.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO), Renan fugiu ao lado de Gildásio Silva Assunção, de 47 anos. Ambos são classificados como presos de alta periculosidade e apontados como integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Desde a fuga, policiais civis e militares atuam em regime de alerta máximo na região sul do estado.

Histórico de crimes

De acordo com a Polícia Civil, Renan Barros da Silva tem ao menos seis homicídios confirmados e é descrito como um criminoso frio, metódico e com alto grau de planejamento.

A sequência de assassinatos teve início em novembro de 2020, em Araguaína, no norte do Tocantins, onde duas vítimas foram mortas.

Em maio de 2021, ainda no mesmo município, ele teria executado três homens em ações semelhantes. As vítimas eram abordadas em via pública, levadas para áreas isoladas, mortas e depois tinham os corpos escondidos em regiões de mata.

Para dificultar as investigações, os veículos usados pelas vítimas eram jogados em ribanceiras. O último homicídio atribuído a Renan ocorreu em junho de 2021, na cidade de Estreito, no Maranhão.

Em todos os casos, segundo a polícia, foi utilizada uma pistola calibre .380, com disparos concentrados na região da cabeça. Além dos crimes contra a vida, Renan também é investigado por furtos e arrombamentos de cofres em Tocantins, Maranhão e Pará.

As ações criminosas, segundo os investigadores, causavam prejuízos que chegavam a R$ 100 mil por ocorrência.

Buscas e alerta à população

Após a fuga, a SSP-TO reforçou o policiamento e pede que a população não tente qualquer tipo de abordagem.

Informações que possam ajudar na localização de Renan Barros da Silva ou de Gildásio Silva Assunção podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 190, 197 ou à Central de Flagrantes de Gurupi, no número (63) 3312-4110. O sigilo é garantido.

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