Mirelle Pinheiro

“Não vale pedir pena dura e defender anistia”, diz diretor da PF

Andrei Rodrigues afirmou que autoridades públicas dos Três Poderes precisam manter coerência entre discurso e prática

atualizado

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Igo Estrela/Metrópoles @igoestrela
Diretor PF Andrei Augusto Passos Rodrigues durante cerimônia de Assinatura de Contrato entre BNDES e MJSP recursos do Fundo Amazônia - metrópoles
1 de 1 Diretor PF Andrei Augusto Passos Rodrigues durante cerimônia de Assinatura de Contrato entre BNDES e MJSP recursos do Fundo Amazônia - metrópoles - Foto: <p>Igo Estrela/Metrópoles<br /> @igoestrela</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

Durante a cerimônia de posse do novo superintendente da Polícia Federal (PF) no Distrito Federal (DF), realizada nesta quarta-feira (17/12), o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que autoridades públicas dos Três Poderes precisam manter coerência entre discurso e prática.

“Nós, autoridades públicas dos Três Poderes, temos que ter coerência entre o discurso e a prática. Não vale pregar mais endurecimento de pena, proibir benefícios constitucionalmente previstos e, na hora da prática, fazer outra coisa, como, por exemplo, propor anistia ou afrouxamento de penas para quem comete crime e crime organizado”, afirmou.

A posse

O delegado da Polícia Federal Alfredo José Junqueira tomou posse, nesta quarta-feira (17/12), como novo superintendente da corporação no Distrito Federal.

A cerimônia contou com a presença de integrantes do alto escalão da instituição, servidores da PF e convidados. Entre as autoridades estavam o secretário executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, e a coronel Ana Paula Barros, comandante da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).

“Profissional que dispensa apresentações, com uma carreira excepcional. A trajetória que o trouxe até aqui — e o que o conduz a essa cadeira — é o seu trabalho”, declarou Andrei Rodrigues ao dar as boas-vindas a Junqueira.

O novo superintendente

Bacharel em Direito e em Engenharia Elétrica, Junqueira também possui MBA em Finanças. Desde que ingressou na Polícia Federal como delegado, atuou em diferentes áreas da instituição. Antes de assumir o comando da superintendência no DF, exercia a função de assessor especial da Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao longo da carreira, chefiou a Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas (Delepat) e integrou a Diretoria de Inteligência Policial (DIP).

A coluna apurou que, nos bastidores, a nomeação é considerada estratégica. Com histórico de atuação em áreas sensíveis e forte capacidade de articulação institucional, Junqueira reforça a interlocução da PF em Brasília em um momento de alta exposição da corporação.

A saída de Peres

Junqueira substitui o delegado José Roberto Peres, que assumirá uma vaga no exterior. Peres estava à frente da superintendência desde outubro de 2024, após deixar o comando da Polícia Federal no Pará.

Durante sua gestão em Brasília, o delegado conduziu operações de grande repercussão nacional e é visto internamente como um nome de confiança da atual cúpula da Polícia Federal.

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