Mirelle Pinheiro

Menor apreendido confessa participação em morte de policial do DF

O envolvido é um adolescente, de apenas 15 anos, e teria sido ferido durante o crime. Ele entregou dois comparsas

atualizado

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1 de 1 andre venturini 1 - Foto: Reprodução

Um dos suspeitos de participar do latrocínio do policial penal Henrique André Venturini, de 45 anos, foi identificado e apreendido pela Polícia Civil do Distrito Federal. O envolvido é um adolescente, de apenas 15 anos, e teria sido ferido durante o crime. Ele confessou a participação no crime e entregou mais dois comparsas.

Informações preliminares indicam que o menor deu entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com lesão na mão, possivelmente causada por um disparo efetuado pelo próprio policial durante a tentativa de reagir às agressões. Em seguida, o jovem foi transferido para o Hospital Regional do Gama (HRG), onde permanece sob custódia.

O crime
Henrique Venturini foi encontrado morto dentro do próprio veículo, um Chevrolet Onix prata, que colidiu contra um muro na QS 08, no Riacho Fundo II, por volta das 19h21. O Corpo de Bombeiros constatou que o policial penal havia sido esfaqueado no abdômen.A perícia encontrou marcas de sangue e sinais de luta corporal no interior do carro.

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Henrique André Venturini era policial penal
Henrique André Venturini era policial penal
Henrique André Venturini era policial penal
Bombeiros chegaram ao local e encontraram Henrique já sem vida
Carro foi encontrado amassado
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Bombeiros chegaram ao local e encontraram Henrique já sem vida
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Bombeiros chegaram ao local e encontraram Henrique já sem vida

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Carro foi encontrado amassado

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A investigação ainda tenta esclarecer se o policial reagiu ao assalto antes de ser ferido. Henrique André Venturini trabalhava na Secretaria de Administração Penitenciária do DF (Seape) há mais de dez anos.

Conhecido pelos colegas como servidor disciplinado e reservado, ele fazia corridas de aplicativo nas horas vagas para complementar a renda familiar.

Conforme revelou a coluna, Henrique costumava trabalhar armado, mantendo a pistola na cintura enquanto dirigia. Amigos relataram que o policial temia ser reconhecido por criminosos e dirigia com cautela, evitando áreas de risco.

“Ele sempre dizia que não dava pra sair desarmado. Fazia Uber escondendo a arma na cintura, por precaução. Tinha medo de ser reconhecido e atacado”, contou um colega de farda à coluna.

A Polícia Civil do DF segue em diligências para identificar os demais envolvidos no crime. A expectativa é de que novas prisões ocorram nas próximas horas.

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