FGTS: mulher é presa por usar biometria de clientes para desviar R$ 400 mil.
A prisão ocorreu na Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, durante uma operação da PF contra fraudes bancárias

Uma mulher de 46 anos foi presa pela Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira (23/9), suspeita de usar documentos falsos para recadastrar a biometria de clientes da Caixa Econômica Federal e acessar as contas das vítimas. Segundo a investigação, as fraudes causaram prejuízo superior a R$ 400 mil.
A prisão ocorreu na Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, durante uma operação da PF contra fraudes bancárias. Os policiais também cumpriram um mandado de busca e apreensão no bairro.
De acordo com a PF, a investigada usava documentos falsificados para alterar o cadastro biométrico dos correntistas e, assim, conseguir entrar nas contas. Depois, fazia saques do FGTS e contratava empréstimos consignados em nome das vítimas.
O dinheiro obtido com as fraudes era distribuído por contas de laranjas, segundo os investigadores.
Durante as buscas desta quarta-feira, a PF apreendeu dois celulares, documentos de identidade falsos, cartões bancários em nome de terceiros e documentos que seriam usados em fraudes envolvendo benefícios sociais.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Mirelle PinheiroA investigação começou em 2025, após a Caixa repassar informações sobre as suspeitas à Polícia Federal. Com o avanço das apurações, os investigadores atribuíram à mulher uma série de fraudes que, somadas, teriam provocado prejuízo superior a R$ 400 mil.
Segundo a PF, a investigada já possui registros por estelionato, uso de documento falso, falsificação de documento público e falsidade ideológica. Ela poderá responder por fraude bancária e uso de documento falso, além de outros crimes que eventualmente sejam identificados durante a investigação.





