Mirelle Pinheiro

Esquartejado e guardado em freezer: o que se sabe sobre o crime brutal

O principal suspeito do crime confessou o assassinato à polícia. Antes de ser descoberto, ele enviou mensagens se passando pela vítima

atualizado

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Morto a facadas, desmembrado, armazenado em uma geladeira e descartado em um vaso sanitário. O assassinato de Thiago Lourenço Morgado chocou a região central do Rio de Janeiro (RJ) na última semana. Bárbaro e inexplicável, o crime está envolto em uma teia de questionamentos — sobretudo da família da vítima, que clama por justiça.


Entenda o crime:

  • Thiago foi visto pela última vez em 12 de julho, um sábado.
  • No dia seguinte, funcionários da padaria da qual ele era gerente receberam mensagens, enviadas supostamente por Thiago, dizendo que ele não voltaria a trabalhar ali.
  • Desconfiados, os colegas de trabalho acionaram a família do homem.
  • Ao procurar por Thiago, a irmã dele, Jancilane Morgado, deparou-se com a cena mais traumática de toda sua vida: descobriu que o irmão havia sido morto, desmembrado e guardado na geladeira da residência em que morava.
  • A polícia verificou que Thiago foi esfaqueado, o que possivelmente causou o óbito.
  • Conforme apontado pela perícia, o crime teria ocorrido entre a noite de sábado e a madrugada de domingo (13/7).

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Bruno matou o amigo após um desentendimento no último domingo
Bruno Guimarães da Cunha Chaves, de 33 anos
Thiago Lourenço Morgado, de 35 anos
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Thiago Lourenço Morgado, de 35 anos

Reprodução / Redes sociais
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Bruno matou o amigo após um desentendimento no último domingo

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Bruno Guimarães da Cunha Chaves, de 33 anos
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Bruno Guimarães da Cunha Chaves, de 33 anos

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“Sedado e estuprado”

Segundo informações divulgas pelo Portal Procurados.org, Bruno alegou à polícia que a motivação para o assassinato brutal foi o fato de ele, supostamente, ter sido sedado e estuprado duas vezes pela vítima, identificada como Thiago Lourenço.

A vítima e o suspeito confesso moravam juntos em uma casa no Morro de São Carlos, no Estácio, Região Central do Rio de Janeiro.

A confissão foi dada em depoimento na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Ele afirmou, ainda, que um dos estupros ocorreu há cerca de oito meses e que o último teria ocorrido há cerca de 90 dias.

Na versão de Bruno, em ambas as ocasiões, ele teria adormecido após comer lanches oferecidos por Thiago.

Apesar da confissão, as investigações seguem.

Conforme informado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), nessa sexta-feira (18/7), o suspeito foi submetido a audiência de custódia. A prisão em flagrante foi convertida para preventiva.

O homem está detido no Presídio José Frederico Marques, em Benfica.

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