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Mirelle Pinheiro

Cortejo e pétalas: o adeus ao policial baleado em helicóptero no Rio.

Felipe Monteiro foi atingido em março de 2025. Ele chegou a receber alta nove meses depois, mas morreu no último domingo (17/5)

19/05/2026 17:54, atualizado 19/05/2026 18:38
PCERJ
Cortejo e pétalas: o adeus ao policial baleado em helicóptero no Rio

A tarde desta terça-feira (19/5), no Rio de Janeiro (RJ), foi marcada por homenagens emocionadas de colegas de farda, amigos e familiares do policial Felipe Marque Monteiro, que morreu no último domingo (17/5) em decorrência de um disparo de fuzil que o atingiu em março de 2025, enquanto estava em um helicóptero da Polícia Civil.

Após um cortejo que percorreu a orla da praia até o Cemitério do Caju, o policial foi homenageado com uma chuva de pétalas e, posteriormente, cremado.

O caso do piloto repercutiu nacionalmente. Durante o período em que esteve internado, a família de Felipe organizou campanhas de doação de sangue e mostrou de perto a rotina de cuidados com o policial. O perfil dele chegou a alcançar a marca de 2 milhões de seguidores.

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Um cortejo foi feito até o cemitério
Felipe foi cremado
O policial faleceu no domingo (17)
Ele teve de passar por cirurgias e transfusões de sangue
Keidna mostrou o molde da prótese customizada para Felipe
O velório reuniu policiais
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O velório reuniu policiais

Um cortejo foi feito até o cemitério
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Um cortejo foi feito até o cemitério

Felipe foi cremado
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Felipe foi cremado

O policial faleceu no domingo (17)
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O policial faleceu no domingo (17)

Reprodução/Instagram
Ele teve de passar por cirurgias e transfusões de sangue
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Ele teve de passar por cirurgias e transfusões de sangue

Reprodução/Instagram
Keidna mostrou o molde da prótese customizada para Felipe
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Keidna mostrou o molde da prótese customizada para Felipe

O tiro

Na noite anterior à operação, Felipe não dormiu em casa. Ele passou a noite em uma base da polícia, onde é praxe que os investigadores se reúnam na véspera de uma ação.

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A ofensiva tinha como objetivo desarticular uma quadrilha especializada em roubar vans e desmontar os veículos para vender as peças.

Sempre que uma operação era concluída, Felipe costumava enviar uma mensagem à esposa avisando que havia pousado a aeronave. Naquele dia, porém, o aviso não chegou. Ele foi atingido por um disparo de fuzil na testa e precisou ser levado às pressas para o hospital.

Antes de perfurar a testa do policial, a bala colidiu com a aeronave e perdeu velocidade, ficando alojada na cabeça de Felipe. O disparo provocou a destruição de aproximadamente 40% do crânio dele.

Após nove meses internado, o piloto recebeu alta em 15 de dezembro de 2025. Apesar disso, apresentou novas complicações no quadro de saúde e morreu no último domingo (17).