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Eleições 2026Milena Teixeira

Queda na rejeição de Lula agita QG, que aposta em trunfo para indecisos

Pesquisa Quaest anima campanha de Lula, que aposta em medidas populares e no discurso contra a volta dos Bolsonaro para conquistar indecisos

21/10/2026 11:37, atualizado 21/10/2026 11:57
Imagens cedidas pela TV Band
Queda na rejeição de Lula agita QG, que aposta em trunfo para indecisos

A oscilação nos índices de rejeição de Flávio Bolsonaro (PL) acendeu o alerta e, ao mesmo tempo, animou o QG da campanha do presidente Lula nesta quarta-feira (21/10), a quatro dias do segundo turno.

Segundo pesquisa Quaest divulgada hoje, o senador registra 52% de rejeição entre os eleitores, enquanto Lula aparece com 47%. No levantamento anterior, divulgado em 14 de outubro, o petista tinha 53% de rejeição, ante 54% de Flávio.

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Flávio Bolsonaro e Lula
Flávio Bolsonaro e Lula
Lula está no Nordeste em reta final de campanha
Flávio Bolsonaro e presidente Lula
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Renato Pizzutto/Band
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Lula está no Nordeste em reta final de campanha
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Lula está no Nordeste em reta final de campanha

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Integrantes da campanha de Lula avaliam que os índices de rejeição são tão importantes quanto os números de intenção de voto na reta final da disputa. 

A queda na rejeição ao presidente é comemorada pelos aliados, que veem no indicador uma oportunidade para fortalecer a candidatura petista. Ao mesmo tempo, a resistência ao nome de Flávio é acompanhada de perto, sobretudo pelo potencial impacto na disputa pelos eleitores indecisos.

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A avaliação interna é de que os números ainda refletem os possíveis efeitos de medidas recentes, como a aprovação do fim da escala de trabalho 6×1 pelo Congresso Nacional, além de outras iniciativas do governo federal.

A estratégia é manter a aposta no discurso do “medo”,  de que a volta do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro ao poder representaria riscos para o país. A campanha pretende continuar explorando esse argumento para mobilizar eleitores e reforçar a comparação entre os dois projetos políticos.

Outra frente envolve o anúncio de novas medidas de apelo popular pelo governo. Entre as iniciativas mencionadas por aliados estão propostas relacionadas à gratuidade no transporte público e programas voltados aos microempreendedores individuais (MEIs).

A avaliação é de que essas medidas podem ampliar o alcance da campanha na reta final, especialmente entre trabalhadores e pequenos empreendedores. A expectativa é associar as propostas a benefícios concretos para o cotidiano da população e reforçar a agenda econômica e social de Lula.