Milena Teixeira

Ex-secretário do MJ sobre Derrite no PL Antifacção: “poupou Faria Lima”

Ex-secretário do MJ, Marivaldo Pereira criticou Derrite e afirmou que deputado deixou Faria Lima de fora do alcance de investigações

atualizado

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Breno Esaki / Metrópoles
Marivaldo Pereira, secretário Nacional de Assuntos Legislativos do MJ
1 de 1 Marivaldo Pereira, secretário Nacional de Assuntos Legislativos do MJ - Foto: Breno Esaki / Metrópoles

Ex-secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça e pré-candidato a deputado federal pelo DF, Marivaldo Pereira (PT) criticou, nesta quarta-feira (25/2), pontos do projeto relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP) no chamado PL Antifacção.

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados na terça-feira (24/2), após acordo firmado entre o governo federal e o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).

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Secretário comentou sobre segurança no âmbito federal
Marivaldo Pereira, secretário Nacional de Assuntos Legislativos do MJ
Operação contra preço abusivo notifica mais de 900 postos de gasolina
Secretário Nacional para Assuntos Legislativos do MJ, Marivaldo Pereira
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Operação contra preço abusivo notifica mais de 900 postos de gasolina

Valter Campanato/Agência Brasil

À coluna, Marivaldo afirmou que Derrite manteve no texto dispositivos que, segundo ele, enfraquecem a Polícia Federal.

“Desde o primeiro momento, o Derrite quis atacar a Polícia Federal. Ele conseguiu dar um golpe na PF. A intenção sempre foi desestruturar a atuação da PF. O texto ainda retira recursos da corporação”, declarou Marivaldo à coluna.

Ainda de acordo com o ex-secretário, os crimes financeiros e bancos como o Master e Reag ficarão de fora do alcance de investigações.

“O texto não alcança a Faria Lima. Ele  só quis pegar o andar de baixo. Investigações como a dos bancos Master e Reag serão prejudicadas”, declarou.

Críticas da Polícia Federal

Como a coluna mostrou, a Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal criticou a proposta aprovada. O presidente da ANDPF, Edvandir Felix de Paiva, chegou a dizer que o texto foi uma “decepção”.

Segundo ele, os diretores da entidade sequer foram consultados durante a elaboração do projeto.

“É uma decepção. O relatório foi prejudicial à Polícia Federal. No Senado, conseguimos inserir mecanismos importantes, mas tudo foi retirado, tudo foi ignorado. As mudanças feitas agora tendem a criar mais confusão, em vez de fortalecer o trabalho da Polícia Federal”, disse.

 

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