Caiado sobre Marcola, alvo da PF: "Crime da sala do presidente"
Ronaldo Caiado afirma que ex-braço direito de Lula precisa esclarecer joias e empréstimo de R$ 250 mil

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD-GO), afirmou que o ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio, alvo de investigação da Polícia Federal, precisa explicar de forma detalhada as suspeitas envolvendo o recebimento de joias e um suposto empréstimo.
Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Tácio Lorran, a lobista Roberta Luchsinger comprou joias de diamantes e deu presentes a Marcola. Ele também recebeu R$ 249 mil de empréstimo dela.
“Não tem como responder daquela maneira simplória e dizer aquilo [empréstimo]. A continuidade da investigação mostra a convivência da estrutura de governo com a corrupção. São irmãos siameses. É um processo que tem muito a ser comentado”, declarou Caiado.
Segundo o ex-governador, a gravidade das suspeitas aumenta à medida que as investigações atingem integrantes do alto escalão do governo.
“Quando o crime chega nesse escalão, chega à Presidência, a sociedade não acredita mais em nada. É a normalização da corrupção. Crime da sala com o presidente”, afirmou.
Caiado também defendeu que o caso deveria provocar uma reação política contra o governo Lula.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Esse processo já pediria o afastamento da Presidência da República, do próprio Lula. Eu espero que agora eles reflitam, vendo a gravidade que o país está”, disse.
Caiado também comentou a ausência de Lula e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um debate que será promovido pela Band. Segundo ele, a decisão de não participar do encontro representa, em sua avaliação, uma falta de compromisso com o debate democrático.
“Eles negam a democracia ao faltar ao debate”, declarou.











