Artilharia do PT volta a 2022 e ataca histórico armamentista de Flávio
Estratégia da campanha deve resgatar episódios envolvendo aliados de Jair Bolsonaro no debate sobre armamento

A campanha do presidente Lula pretende retomar uma estratégia utilizada em 2022, quando o chefe do Palácio do Planalto disputou a presidência contra Jair Bolsonaro (PL), desta vez com foco no tema das armas.
Segundo apurou coluna, a ideia é relembrar episódios em que aliados do ex-presidente defenderam o armamento da população.
Um dos episódios que deve ser relembrado é o da deputada cassada Carla Zambelli (PL-SP), em São Paulo, quando ela sacou uma arma durante perseguição a um homem na véspera do segundo turno das eleições passadas.
Outro caso citado pela estratégia da campanha envolve o ex-deputado federal Roberto Jefferson, que atacou uma equipe da Polícia Federal em 2022.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA estratégia deve ser reforçada especialmente após pesquisas indicarem que, entre as mulheres, há maior rejeição ao uso de armas de fogo.
A ideia é associar o senador e seus aliados à defesa do uso de armas. O PT, inclusive, deve resgatar imagens de parlamentares fazendo gestos associados a armas, as chamadas “arminhas”.
Artilharia após congresso do PT
O PT pretende intensificar as críticas ao senador Flávio Bolsonaro após o congresso do partido, que ocorrerá no próximo fim de semana, em Brasília.











