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Milena Teixeira

A reação do Centrão à decisão sobre o sigilo de Lulinha

Lideranças do Centrão avaliam a decisão do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, sobre Lulinha na CPMI do INSS

atualizado

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Lulinha
1 de 1 Lulinha - Foto: Reprodução

Lideranças do Centrão no Senado Federal afirmam que não se surpreenderam com a decisão do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), de manter a quebra de sigilo do filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

Como mostrou o Metrópoles, Alcolumbre decidiu manter nesta terça-feira (3/3) a deliberação da CPMI do INSS, que determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do empresário.

A reação do Centrão à decisão sobre o sigilo de Lulinha - destaque galeria
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No caso de ministros do Supremo, essa decisão é do presidente do Senado, hoje, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)
Lulinha
Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha
Alcolumbre deixou André Mendonça na frigideira por quatro meses
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Alcolumbre deixou André Mendonça na frigideira por quatro meses

Matheus Veloso/Metrópoles
No caso de ministros do Supremo, essa decisão é do presidente do Senado, hoje, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)
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No caso de ministros do Supremo, essa decisão é do presidente do Senado, hoje, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Lulinha
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Lulinha

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Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha
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Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha

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Na avaliação dessas lideranças, o presidente do Congresso evitou rever uma votação conduzida pelo presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG).

“Zero surpresa”, disse uma liderança do Senado próxima ao comando da Casa.

Outro líder disse à coluna que, embora parte dos parlamentares reconheça que houve erro na contagem da votação, Alcolumbre optou por respeitar a decisão dos colegas da CPMI.

“Não me causa espanto, porque Davi fez o que acontece em toda votação. Se Carlos Viana afirmou que houve maioria para a quebra, Davi manteve a decisão. O que houve foi um erro do governo na condução da votação”, disse um líder do Centrão à coluna.

Entenda o que aconteceu

As quebras de sigilo foram aprovadas na quinta-feira (26/2), em uma sessão marcada por tumultos.

Os pedidos haviam sido apresentados pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). A votação ocorreu de forma simbólica, sem registro nominal dos votos.

Nesta terça, Alcolumbre rejeitou o recurso apresentado pela base do presidente Lula para anular as quebras contra o filho do petista.

Segundo Alcolumbre, os argumentos apresentados pelos governistas não foram suficientes para confirmar a “suposta violação das normas regimentais e constitucionais” da CPMI do INSS.

 

 

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