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Milena Teixeira

A reação do Centrão à decisão sobre o sigilo de Lulinha

Lideranças do Centrão avaliam a decisão do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, sobre Lulinha na CPMI do INSS

03/03/2026 18:32, atualizado 03/03/2026 18:51
Reprodução
Lulinha

Lideranças do Centrão no Senado Federal afirmam que não se surpreenderam com a decisão do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), de manter a quebra de sigilo do filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

Como mostrou o Metrópoles, Alcolumbre decidiu manter nesta terça-feira (3/3) a deliberação da CPMI do INSS, que determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do empresário.

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Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional
Lulinha
Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre
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Presidente do Senado, Davi Alcolumbre

Matheus Veloso/Metrópoles
Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional
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Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Lulinha
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Lulinha

Reprodução
Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha
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Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha

Reprodução / Instagram

Na avaliação dessas lideranças, o presidente do Congresso evitou rever uma votação conduzida pelo presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG).

“Zero surpresa”, disse uma liderança do Senado próxima ao comando da Casa.

Outro líder disse à coluna que, embora parte dos parlamentares reconheça que houve erro na contagem da votação, Alcolumbre optou por respeitar a decisão dos colegas da CPMI.

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“Não me causa espanto, porque Davi fez o que acontece em toda votação. Se Carlos Viana afirmou que houve maioria para a quebra, Davi manteve a decisão. O que houve foi um erro do governo na condução da votação”, disse um líder do Centrão à coluna.

Entenda o que aconteceu

As quebras de sigilo foram aprovadas na quinta-feira (26/2), em uma sessão marcada por tumultos.

Os pedidos haviam sido apresentados pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). A votação ocorreu de forma simbólica, sem registro nominal dos votos.

Nesta terça, Alcolumbre rejeitou o recurso apresentado pela base do presidente Lula para anular as quebras contra o filho do petista.

Segundo Alcolumbre, os argumentos apresentados pelos governistas não foram suficientes para confirmar a “suposta violação das normas regimentais e constitucionais” da CPMI do INSS.