
Manoela AlcântaraColunas

Caso Marielle: delegado Rivaldo quer assistir a julgamento da prisão
Rivaldo é réu como um dos supostos mandantes do assassinato de Marielle. Defesas ainda tentam adiar sessão marcada para fevereiro
atualizado
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O ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorização para acompanhar o julgamento dele e dos outros acusados de serem mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
Entenda
- Rivaldo Barbosa está preso desde março de 2024, sob suspeita de ser um dos mentores do assassinato de Marielle.
- Além de Rivaldo, responde ao processo o ex-deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) e o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão.
- O relator do processo é o ministro Alexandre de Moraes.
O pedido foi encaminhado ao relator na tarde desta quarta-feira (11/2). Rivaldo é um dos réus na ação penal que tramita no Supremo e pediu a possibilidade de assistir ao julgamento, pelo YouTube, nos dias 24 e 25 de fevereiro.
Rivaldo está preso no Presídio Federal de Mossoró (RN). Por meio dos advogados, o delegado também pede autorização para que um de seus defensores acompanhe o julgamento com ele.
O delegado está preso desde 24 de março de 2024, após ser alvo de operação da Polícia Federal (PF) ao lado dos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, que também são réus no caso.
As defesas de todos os réus desse núcleo, apontados como mandantes, pediram ao STF o adiamento do julgamento marcado para este mês na Primeira Turma do Supremo.
Moraes ainda não analisou os pedidos, tanto para autorizar que o delegado assista ao julgamento quanto para eventual adiamento da sessão.
