Trabalho remoto vem amadurecendo, dizem diretores da BriviaDez
Agência tem colaboradores em 32 cidades do Brasil e mundo afora. Para eles, formato híbrido veio para ficar, mas requer melhorias

Antes da pandemia começar, mais de 3,8 milhões de brasileiros já trabalhavam em home office. Quando o isolamento social foi decretado em março de 2020, a maioria das empresas precisou adotar esse tipo de regime de forma compulsória. Foram necessárias adaptações de espaço, tecnologia, rotina, etc.
Um ano depois, são pouco mais de 7 milhões de profissionais trabalhando remotamente, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Enquanto muitos se adaptaram ao novo formato, outros tantos desejam a volta do presencial. Seja qual for a sua vontade, uma coisa é certa: o modelo de trabalho como conhecíamos vai sofrer alterações.
Algumas empresas discutiam novos formatos há anos. É o caso da BriviaDez, agência de publicidade com diferentes sedes e colaboradores espalhados por 32 cidades brasileiras e pelo mundo. De acordo com Roberto Ribas, chief Strategy Officer da BriviaDez, o modelo remoto já era pauta há quatro anos e estava sendo testado como mais uma opção do colaborador.
Na época, segundo Ribas, a empresa – que já tinha foco no mercado de outros estados e precisava contratar gente – entendeu que o formato remoto otimizava tempo e trabalho. De lá para cá, a evolução foi natural, tanto que nem mesmo a pandemia pegou a agência de supresa. Quando em março de 2020 foi instituído o lockdown, o modelo de trabalho em casa já era natural. “Não tivemos gap ou ruptura”, relembra Ribas.



