GDF alerta sobre baixa procura de vacinas por profissionais da Saúde
De acordo com secretário da Casa Civil, das 14.400 doses destinadas à categoria, apenas 5.235 profissionais de saúde fizeram o agendamento
atualizado
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O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, alertou nesta segunda-feira (24/5) sobre a redução na procura de vacinas contra a Covid-19 por profissionais de Saúde que atuam no Distrito Federal. De sábado (22) até às 15h40, a Secretaria de Saúde registrou 5.235 agendamentos de um total de 14,4 mil vagas disponibilizadas para esse público.
De acordo com o titular da pasta, o agendamento da vacinação contra a covid-19 continua aberto para profissionais de saúde que possuem registro em conselhos de classe ou entidades representativas.
“Então, a gente está preocupado com esse segmento, uma vez que a gente está ofertando as doses para que eles possam se imunizar”, destacou.
Durante a coletiva de imprensa realizada no Palácio do Buriti, Okumoto também reforçou a preocupação sobre a queda na procura por vacina pelos profissionais de saúde que atuam na rede particular.
“Então, se a gente fosse destacar um ponto pra chamar atenção, diz respeito justamente essa questão dos profissionais de saúde, da última fase desse agendamento. Eu gostaria de lembrar que dessas doses disponíveis para os profissionais de saúde, o agendamento ocorrerá em três fases. Cada fase com cerca de 4,8 mil doses”, frisou.
Agendamento
De acordo com a Secretaria de Saúde, podem agendar por meio do site os trabalhadores cujos nomes constam na lista recebida pela Secretaria de Saúde. As informações contidas na lista são de responsabilidade dos respectivos conselhos de classe, dos órgãos públicos ou das entidades representativas reconhecidas pela Secretaria, não havendo a inclusão de cadastros individuais no sistema.
Segundo a pasta, caso os dados não sejam encontrados durante o agendamento, a orientação é que o profissional entre em contato com a entidade representativa para verificar o ocorrido.
“Os conselhos de classe devem encaminhar os dados corretos para cadastro, como nome e CPF, pois muitos órgãos estão encaminhando informações incompletas, o que inviabiliza o agendamento por parte do profissional”, informa a subsecretária de Planejamento em Saúde, Christiane Braga.
Caso o profissional verifique problemas em relação ao CPF, a orientação é para que entre em contato com a Secretaria de Saúde registrando, via internet, uma ouvidoria relatando o ocorrido. Neste caso, ele deve informar nome, CPF e a categoria profissional, assim como a data em que o respectivo Conselho de Classe enviou seus dados à SES, para que a equipe técnica possa consultar o banco de dados e verificar se existe alguma inconformidade.
