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Igor Gadelha

União Progressista ainda sonha em federar com o Republicanos

Dirigentes dos partidos de mega federação ainda sonham em trazer o Republicanos de Marcos Pereira para se juntar ao União Progressista

02/05/2025 05:30
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Renato Araújo/Câmara dos Deputados
federação PP União Brasil - Metrópoles

Apesar de terem fechado o acordo da mega federação entre União Brasil e PP, dirigentes dos dois partidos ainda não desistiram de ampliar ainda mais o grupo com a entrada do Republicanos, partido presidido por Marcos Pereira (SP).

Nos bastidores, dirigentes admitem que há dificuldades, mas que querem conversar para tentar, antes da próxima eleição, convencer Pereira de que a federação com União e PP é o melhor caminho.

União Progressista ainda sonha em federar com o Republicanos - destaque galeria
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União Brasil de Antônio de Rueda e PP de Ciro Nogueira integram federação para 2026
Evento de lançamento da federação União Progressista
O presidente do Republicanos, Marcos Pereira
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O presidente do Republicanos, Marcos Pereira

Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
União Brasil de Antônio de Rueda e PP de Ciro Nogueira integram federação para 2026
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União Brasil de Antônio de Rueda e PP de Ciro Nogueira integram federação para 2026

Metrópoles
Evento de lançamento da federação União Progressista
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Evento de lançamento da federação União Progressista

Renato Araújo/Câmara dos Deputados

Antes de fecharem o acordo, as duas siglas já conversavam com o Republicanos sobre uma possível federação. Entretanto, em março, Pereira anunciou que a bancada da legenda optou por “permanecer independente”.

O partido, no entanto, continua sendo cobiçado para integrar uma federação. O MDB, por exemplo, também pretende dialogar com Marcos Pereira para buscar um acordo com vistas às eleições de 2026.

Maioria confortável

Uma federação do União Progressista com o Republicanos garantiria uma margem confortável tanto na Câmara quanto no Senado. Seriam 153 deputados e 18 senadores.

Além disso, caso o acordo avance, ele permitiria o controle tanto da Câmara, com Hugo Motta (Republicanos-PB), quanto do Senado, com Davi Alcolumbre (União-AP).

A união entre os três partidos também formaria um verdadeiro exército de prefeituras. A entrada do Republicanos adicionaria 440 cidades à federação, totalizando mais de 1,7 mil prefeitos.

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