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Igor Gadelha

PSB vê jogo do PT em pré-candidatura própria ao governo de Pernambuco

Dirigentes do PSB colocam Pernambuco como prioridade na negociação com Lula e não acreditam que PT insistirá em nome próprio no estado

Repórter de Igor Gadelha13/01/2022 07:00, atualizado 13/01/2022 07:28
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Reprodução/Redes sociais
Humberto Costa e Lula

Lideranças do PSB de Pernambuco acreditam que o PT não irá levar adiante a pré-candidatura do senador Humberto Costa (PT-PE) ao governo do estado.

Para os pessebistas, os petistas querem usar a pré-candidatura de Costa apenas como moeda de troca na negociação com o PSB no plano nacional.

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Lula e Alckmin disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2006 em uma campanha marcada por ataques mútuos. Lula saiu vencedor com 48,61% dos votos
Após a derrota, Alckmin seguiu como oposição ferrenha a Lula
No entanto, mirando nas eleições de 2022, o ex-presidente mostrou interesse em ter Alckmin como vice
O ex-governador, inclusive, tem sinalizado favoravelmente ao petista
A aliança entre os políticos é estratégica. Ter Alckmin como vice pode atrair setores do mercado e do empresariado que resistem ao nome de Lula como candidato à Presidência da República
Quinze anos depois de concorrerem como rivais nas eleições ao cargo de chefe do Executivo federal, o ex-presidente Lula (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) ensaiam formar aliança inusitada para 2022
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Quinze anos depois de concorrerem como rivais nas eleições ao cargo de chefe do Executivo federal, o ex-presidente Lula (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) ensaiam formar aliança inusitada para 2022

Ana Nascimento/ Agência Brasil
Lula e Alckmin disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2006 em uma campanha marcada por ataques mútuos. Lula saiu vencedor com 48,61% dos votos
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Lula e Alckmin disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2006 em uma campanha marcada por ataques mútuos. Lula saiu vencedor com 48,61% dos votos

Band/Reprodução
Após a derrota, Alckmin seguiu como oposição ferrenha a Lula
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Após a derrota, Alckmin seguiu como oposição ferrenha a Lula

Filipe Cardoso/ Metrópoles
No entanto, mirando nas eleições de 2022, o ex-presidente mostrou interesse em ter Alckmin como vice
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No entanto, mirando nas eleições de 2022, o ex-presidente mostrou interesse em ter Alckmin como vice

Rafaela Felicciano/Metrópoles
O ex-governador, inclusive, tem sinalizado favoravelmente ao petista
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O ex-governador, inclusive, tem sinalizado favoravelmente ao petista

Michael Melo/Metrópoles
A aliança entre os políticos é estratégica. Ter Alckmin como vice pode atrair setores do mercado e do empresariado que resistem ao nome de Lula como candidato à Presidência da República
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A aliança entre os políticos é estratégica. Ter Alckmin como vice pode atrair setores do mercado e do empresariado que resistem ao nome de Lula como candidato à Presidência da República

Michael Melo/Metrópoles
O tucano pode, também, agregar mais votos de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país
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O tucano pode, também, agregar mais votos de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país

Igo Estrela/Metrópoles
De acordo com pesquisa realizada em setembro  de 2021 pelo Datafolha, Alckmin estava na liderança para o governo paulista
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De acordo com pesquisa realizada em setembro de 2021 pelo Datafolha, Alckmin estava na liderança para o governo paulista

Igo Estrela/Metrópoles
A aliança entre os políticos foi oficializada em abril de 2022. A "demora" envolveu, além das questões legais da política eleitoral,  acordo sobre a qual partido o ex-governador se filiaria
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A aliança entre os políticos foi oficializada em abril de 2022. A "demora" envolveu, além das questões legais da política eleitoral, acordo sobre a qual partido o ex-governador se filiaria

Ana Nascimento/ Agência Brasil
Ao ser vice de Lula, Alckmin almeja ganhar ainda mais projeção política, o que o beneficiará durante possível corrida presidencial em 2026
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Ao ser vice de Lula, Alckmin almeja ganhar ainda mais projeção política, o que o beneficiará durante possível corrida presidencial em 2026

Rafaela Felicciano/Metrópoles

O PSB considera Pernambuco, estado de dirigentes históricos da sigla, como Miguel Arraes e Eduardo Campos, como prioridade número 1 na mesa de negociações com o PT.

Os dois partidos conversam pela formação de uma frente unificada entorno da candidatura do ex-presidente Lula à Presidência da República este ano.

Como parte das negociações, está a filiação do ex-governador Geraldo Alckmin ao PSB e a consequente indicação do ex-tucano como candidato a vice-presidente de Lula.

Na visão de peesebistas, o PT não arriscará a montagem da frente por causa da insistência em ter um nome próprio ao governo de Pernambuco, estado onde o PSB tem grande força política.

Dirigentes do PSB explicam que o nome de Humberto ao governo chegou até a ser incentivado pelo governador Paulo Câmara, que deixará o cargo este ano. A iniciativa, porém, teria criado atritos dentro do partido.

O próprio presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, avisou que o nome para o governo de Pernambuco será decido em conjunto com a direção dos sigla, e não isoladamente pelo governador.

Atualmente, dois nomes disputam a indicação do PSB à sucessão de Paulo Câmara. A indicação estaria entre os deputados federais do PSB de Pernambuco Tadeu Alencar e Danilo Cabral.

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