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Igor Gadelha

Petistas querem imposto sindical para "mitigar" reforma trabalhista

Com Arthur Lira barrando mudanças, petistas dizem que contribuição sindical seria "jeitinho" para mitigar efeitos da reforma trabalhista

23/08/2023 02:00, atualizado 23/08/2023 14:44
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Hugo Barreto/Metrópoles
Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, participa de audiência na Câmara dos Deputados - Metrópoles

A volta do imposto sindical, por meio de uma “taxa negocial” para negociações intermediadas por sindicatos, seria, na visão de petistas na Câmara dos Deputados, o primeiro “jeitinho” contra a reforma trabalhista.

O pagamento de uma contribuição aos sindicatos funcionaria como forma de mitigar os efeitos da reforma, já que qualquer tipo de alteração via Congresso estaria bloqueada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

O fim do imposto sindical foi um dos principais pontos da reforma trabalhista, aprovada durante o governo de Michel Temer, em 2017. Entretanto, durante a transição de governo, os petistas prometiam rever as alterações.

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O único porém é que Arthur Lira já avisou a revisão mais ampla da reforma aprovada pelo Congresso não está no radar da Câmara dos Deputados.

Além de uma contribuição sindical, aliados de Lula colocam outras mudanças em um futuro próximo como alternativas para modificar pontos da reforma trabalhista.

Dão como exemplo o debate sobre os direitos para trabalhadores de aplicativo como motoristas e entregadores, algo no radar do Ministério do Trabalho para ser discutido em breve com o Congresso Nacional.