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PDT admite que “palanque duplo” com Lula será inevitável

Caciques do PDT entendem ser impossível evitar que candidatos da sigla estejam ao lado de Lula na campanha de 2022

atualizado 21/01/2022 18:50

Em ambiente interno, Ciro Gomes aparece de camisa social azul clara, com expressão neutra - MetrópolesReprodução/Twitter

Caciques do PDT presentes na convenção que lançará oficialmente Ciro Gomes como pré-candidato à Presidência da República já admitem que a sigla terá vários “palanques duplos”. Ou seja, candidatos que dividirão apoio entre o escolhido pedetista e Lula, o favorito até o momento para as eleições de 2022.

Mandatários da sigla lembram experiências semelhantes em 2018. Na ocasião, sem Lula entre os candidatos, Haddad teve apoio de filiados do PDT, mesmo com Ciro Gomes estando entre os presidenciáveis.

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O principal nome da sigla que deverá estar em palanques de Ciro e Lula é o senador Weverton Rocha (MA). Ele deverá ser candidato ao governo do Maranhão e terá permissão da direção da legenda para estar ao lado do candidato do PT.

Outros nomes que concorrerão aos governos estaduais também terão essa liberdade: Lígia Feliciano, que concorrerá pelo PDT ao governo da Paraíba, e o ex-prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, que disputará o Palácio Guanabara.

Como mostrou a coluna, parlamentares da sigla estão preocupados com o lançamento da pré-candidatura de Ciro. Em reservado, partidários avaliam que seria mais vantajoso se unir formalmente a federação que está sendo debatida entre PT e PSB.

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