Para chefão do PT, pesquisas ainda não captaram efeito Trump e Messias
Para presidente nacional do PT, Edinho Silva, Lula ainda pode crescer nas pesquisas por causa do encontro com Trump e situação de Messias
atualizado
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O presidente nacional do PT, Edinho Silva, avalia que as pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta semana ainda não capturaram completamente os efeitos positivos para Lula do recente encontro com Donald Trump e da derrota de Jorge Messias no Senado.
Nesta quarta-feira (13/5), Lula voltou a aparecer numericamente à frente de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na pesquisa Genial/Quaest, mas ainda empatado na margem de erro. No levantamento, o petista atingiu 42% na simulação de segundo turno e o senador, 41%.
Na pesquisa anterior da Quaest, realizada em abril, o filho mais velho de Jair Bolsonaro tinha superado Lula numericamente pela primeira vez nas simulações de 2º turno das eleições. Os números mostravam empate técnico: 42% para Flávio e 40% para Lula.
Em conversa com a coluna, o presidente do PT avaliou que os episódios recentes com saldo positivo para Lula demoram a fazer efeito nas pesquisas. Segundo o cacique, a maioria dos eleitores ainda não está preocupada com as eleições de outubro.
Como vem noticiado a coluna, aliados de Lula avaliam que o encontro com Trump e a derrota de Messias ajudarão o petista eleitoralmente. No caso do titular da AGU, a ideia é tentar surfar no discurso de que o presidente foi alvo de um complô articulado por integrantes “do sistema”.
A pesquisa da Genial/Quaest começou a ser feita na sexta-feira (8/5), um dia após o encontro de Lula com Trump na Casa Branca e uma semana depois de o Senado rejeitar a indicação de Messias ao STF, em uma derrota histórica para o governo.
O levantamento foi concluído na segunda-feira (11/5). Ao todo, foram entrevistadas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais no Brasil. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.






