Igor Gadelha

Para ala do governo, derrota no IOF pode ajudar Lula em um aspecto

Mesmo com o fracasso do governo na votação, ministros de Lula avaliam que a derrubada do IOF pode beneficiar imagem do presidente Lula

atualizado

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O presidente Lula (PT), ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), respectivamente -- Metrópoles
1 de 1 O presidente Lula (PT), ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), respectivamente -- Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Apesar do fracasso do governo com a derrubada do IOF pelo Congresso Nacional, uma ala de ministros de Lula avalia que a derrota tem potencial para beneficiar a imagem do presidente da República.

Auxiliares do petista ouvidos pela coluna reconhecem, nos bastidores, que a quarta-feira (25/6) foi um “péssimo dia” para o governo Lula. E que, agora, será necessário recalcular a rota.

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O presidente Lula vetou proposta aprovada pelo Congresso
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao lado dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)
O presidente Lula (PT), ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), respectivamente
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O presidente Lula (PT), ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), respectivamente
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Para alguns ministros, porém, o episódio pode ajudar na imagem de Lula. Isso porque reforçaria junto à população a tese de que o petista foi derrotado na tentativa de “taxar os mais ricos” para beneficiar os pobres.

Sob reserva, um ministro do governo filiado ao PT avaliou à coluna que o episódio do IOF pode, inclusive, fazer com que o presidente da República se reaproxime novamente do seu eleitorado.


O que aconteceu?

  • Em anúncio que surpreendeu o Palácio do Planto e até lideranças da oposição, Motta comunicou, no fim da noite da terça-feira (24/6), que o projeto de decreto legislativo que derruba as novas regras do imposto seria votado no dia seguinte, a quarta-feira (25/6).
  • O projeto foi aprovado no Senado Federal, de forma simbólica. Já  na Câmara dos Deputados, a proposta foi aprovada, com ajuda de deputados da base do governo, por 383 votos a 98.
  • A decisão de Motta pegou governo e oposição de surpresa, uma vez que o presidente da Câmara havia prometido prazo de duas semanas para o governo buscar alternativas ao IOF. Esse prazo se encerraria somente na sexta-feira (27/6).

 

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