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Igor Gadelha

Os senadores recordistas em emendas à reforma tributária

Juntos, três senadores apresentaram 35% das 1.440 emendas já feitas ao projeto de regulamentação da reforma tributária

20/10/2024 07:00, atualizado 20/10/2024 08:57
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES
imagem colorida mostra plenário do senado federal - metrópoles

O primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária, que está em início de tramitação na Comissão de Constituição e Justiça Senado, recebeu até a última sexta-feira mais de 1,4 mil emendas.

No total, foram 1.440 emendas ao PL que formata define os itens da cesta básica, com uma alíquota menor, e aqueles que serão incluídos no chamado “imposto do pecado”, além de formatar o Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

O recordista é o senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), que apresentou 237 emendas até o momento. Outros parlamentares na lista com mais emendas são Izalci Lucas (PL-DF), com 155 e Luiz Carlos Heinze (PP-RS), com 112.

Os senadores recordistas em emendas à reforma tributária - destaque galeria
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Izalci Lucas (PL)
Senador Luis Carlos Heinze
Senador Mecias de Jesus
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Senador Mecias de Jesus

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Izalci Lucas (PL)
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Izalci Lucas (PL)

Edilson Rodrigues/Agência Senado
Senador Luis Carlos Heinze
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Senador Luis Carlos Heinze

Waldemir Barreto/Agência Senado

O trio apresentou 504 emendas, o que representa 35% do total. Mecias, por exemplo, quer mudanças sobre a incidência de imposto sobre materiais de propaganda.

Já Izalci pede redução na alíquota de produtos de higiene pessoal e limpeza. Heinze pede em emendas para que o projeto zere a alíquota de leite fermentado, bebidas e compostos lácteos.

A mudança na alíquota de produtos é um dos principais alvos de várias emendas. Como mostrou a coluna, um grupo de senadores quer colocar o bacalhau na lista de isenções da cesta básica, considerado um item de luxo.

O relator do projeto de regulamentação, senador Eduardo Braga (MDB-AM), deve apresentar o plano de trabalho para tramitação do PL no próximo dia 23 de novembro. Ele está de licença do Senado até segunda-feira (20/10).

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