Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Igor Gadelha

Onde Lula estava quando STF condenou Bolsonaro a 27 anos de prisão

Presidente Lula já havia deixado o Palácio do Planalto quando STF começou a definir a pena de Jair Bolsonaro pela trama golpista

11/09/2025 19:44, atualizado 11/09/2025 20:21
Compartilhar notícia
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente Lula durante a cerimônia de entrega do Prêmio MEC da Educação Brasileira Metrópoles

O presidente Lula já estava no Palácio da Alvorada quando o STF fixou, na noite da quinta-feira (11/9), a pena de 27 anos e 3 meses de prisão ao ex-presidente Jair Bolsonaro pela trama golpista.

Segundo assessores, Lula cumpriu expediente no Palácio do Planalto até pouco depois das 18h30. Da sede da Presidência, o petista seguiu diretamente para o Alvorada, onde não teve mais agendas.

Onde Lula estava quando STF condenou Bolsonaro a 27 anos de prisão - destaque galeria
3 imagens
Julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro; na foto, o ministro Alexandre de Moraes
STF: processo contra Bolsonaro por trama golpista transita em julgado
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
1 de 3

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro; na foto, o ministro Alexandre de Moraes
2 de 3

Julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro; na foto, o ministro Alexandre de Moraes

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
STF: processo contra Bolsonaro por trama golpista transita em julgado
3 de 3

STF: processo contra Bolsonaro por trama golpista transita em julgado

HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto

Lula, de acordo com auxiliares, não pretende se manifestar, pelo menos por ora, sobre o resultado do julgamento de Bolsonaro e de outros sete réus na Primeira Turma do Supremo.

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Enquanto os ministros da Corte definiam as penas do ex-presidente e dos demais réus, o petista até chegou a tuitar, mas sobre sua conversa, por telefone, com o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz.