Eleição 2026

O “sacrifício” de petistas para ajudar Lula

Para ajudar o presidente Lula, deputados petistas aceitaram não concorrer em 2026 ou disputar o Senado mesmo com poucas chances de vencer

atualizado

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Presidente Lula - Metrópoles
1 de 1 Presidente Lula - Metrópoles - Foto: YouTube/Reprodução

A pedido do presidente Lula, ao menos três deputados federais do PT aceitaram ir para o “sacrifício” nas eleições de outubro de 2026.

Esses parlamentares petistas abriram mão de ser candidatos ou toparam concorrer ao Senado mesmo com poucas chances de vencer.

O “sacrifício” de petistas para ajudar Lula - destaque galeria
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Líder do governo, Paulo Pimento (PT-RS)
Ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães
Ex-ministra da SRI, Gleisi Hoffmann, Gleisi processa Flávio Bolsonaro por publicação de vídeo com IA
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Ex-ministra da SRI, Gleisi Hoffmann, Gleisi processa Flávio Bolsonaro por publicação de vídeo com IA

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Líder do governo, Paulo Pimento (PT-RS)
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Líder do governo, Paulo Pimento (PT-RS)

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães
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Ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães

Gil Ferreira / SRI-PR

Uma das que topou ir para o “sacrifício” para ajudar Lula foi a ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT), que será candidata ao Senado no Paraná.

A pedido de Lula, Gleisi abriu mão de tentar reeleição como deputada e se lançou ao Senado para servir de palanque ao presidente no estado.

Atualmente, a ex-ministra está em terceiro lugar nas pesquisas ao Senado no Paraná, atrás de Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo).

Assim como Gleisi, o atual líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), também abriu mão da reeleição para concorrer ao Senado.

Pimenta também não tem pontuado bem nas pesquisas. No levantamento da Futura Inteligência, feito no início de abril, ele aparece em quinto lugar.

O petista que desistiu de ser candidato

Outro caso emblemático é o do ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), que aceitou não concorrer nas eleições de 2026.

Guimarães queria ser candidato ao Senado pelo Ceará, mas topou não disputar as eleições para assumir a articulação política do governo.

Além de ajudar Lula em Brasília, a desistência do líder do governo abriu espaço para atrair apoio de outros partidos à chapa da esquerda no Ceará.

A coluna mostrou que a desistência de Guimarães não foi fácil para ele. O ministro, inclusive, chegou a dizer que teria sido impedido de concorrer.

“Essa minha desistência foi muito doída, porque eu me preparei para ser senador da República. Não por um projeto pessoal, mas para ajudar em um eventual segundo governo do presidente Lula no Senado Federal. A minha contribuição na Câmara já estava encerrada. Eu queria ir para o Senado para ajudar, porque ali não é Casa para as pessoas se aposentarem. Eu queria estar lá para tratar dos mesmos temas, com maior altivez, com mandato de senador. Não deixaram“, afirmou Guimarães em café com jornalistas na semana passada.

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