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Igor Gadelha

Motta decide votar reajuste salarial dos servidores da Câmara

À coluna, Hugo Motta afirmou que reajuste salarial dos servidores da Câmara deve ficar próximo aos 8% aprovado para o Judiciário

03/02/2026 12:49, atualizado 03/02/2026 15:04
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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Hugo Motta

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu votar, nesta terça-feira (3/2), projeto de reajuste salarial para servidores da Casa.

A decisão foi tomada por Motta em reunião com líderes partidários da Câmara pela manhã e confirmada pelo próprio presidente da Casa à coluna no início da tarde.

Motta decide votar reajuste salarial dos servidores da Câmara - destaque galeria
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O palácio do Congresso Nacional
A decisão foi tomada  depois de o Congresso aprovar propostas que reajustavam salários e criavam um novo "penduricalho" para servidores do Legislativo
Câmara quer votar PEC da escala 6x1 até o fim de maio
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Câmara quer votar PEC da escala 6x1 até o fim de maio

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O palácio do Congresso Nacional
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O palácio do Congresso Nacional

Ramiro Lucena/Camâra dos Deputados/Reprodução
A decisão foi tomada  depois de o Congresso aprovar propostas que reajustavam salários e criavam um novo "penduricalho" para servidores do Legislativo
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A decisão foi tomada depois de o Congresso aprovar propostas que reajustavam salários e criavam um novo "penduricalho" para servidores do Legislativo

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Apesar da decisão, o texto que irá à votação ainda não foi disponibilizado aos deputados. Segundo apurou a coluna, os detalhes da proposta ainda estão sendo fechados.

À coluna, Motta disse que o reajuste deve ficar entre 8% e 9%. “Igual ao do Judiciário”, ressaltou, em referência aos 8% de reajuste aos servidopres do Judiciário aprovado pelo Congresso.

Motta vem sendo pressionado pelos servidores do Legislativo a votar o reajuste desde 202. Até então, porém, resistia à pressão por temor de desagradar a opinião pública.

Atualização às 15h de 03/02/2026: O projeto foi aprovado pela Câmara em votação simbólica, ou seja, sem contagem nominal de votos.

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