Igor Gadelha

Motta decide votar PEC que é bomba fiscal para o próximo governo

PEC que Hugo Motta promete pautar está parada há anos e prevê um investimento mínimo do governo para ações e serviços da assistência social

atualizado

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Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), fala ao Metrópoles sobre agenda da Casa e sobre as eleições de 2026
1 de 1 Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), fala ao Metrópoles sobre agenda da Casa e sobre as eleições de 2026 - Foto: LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), promete pautar uma PEC que terá um impacto bilionário para o próximo governo que assumir em janeiro de 2027.

A proposta prevê que a União repasse o mínimo de 1% da receita corrente líquida para financiar ações de proteção básica e especial na assistência social, sem incluir os mecanismos de transferência de renda disponíveis.

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Segundo fontes do Ministério da Fazenda, os cálculos iniciais estimam um impacto de mais de R$ 15 bilhões aos cofres públicos com a emenda à Constituição por ano a partir de 2027.

A ideia da equipe econômica é enviar os números à Câmara e, provavelmente, se posicionar contra a PEC. Outras alas do governo Lula, no entanto, devem ter posicionamento diferente.

Apesar do impacto fiscal, integrantes da articulação política do governo avaliam que será difícil o Palácio do Planalto se posicionar contra o tema, pelo apelo positivo da pauta em ano eleitoral.

A PEC tramita na Câmara desde 2017 e parou em uma comissão especial em 2021. Motta anunciou a inclusão do texto na pauta da Casa em um vídeo publicado no Instagram na terça-feira (31/3).

À coluna, Motta disse que resolveu pautar a proposta por ser uma “demanda antiga” e “muito justa”.Ele admitiu, contudo, que não combinou com o governo e com a Fazenda a votação da proposta.

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