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Igor Gadelha

Motta decide votar PEC que é bomba fiscal para o próximo governo.

PEC que Hugo Motta promete pautar está parada há anos e prevê um investimento mínimo do governo para ações e serviços da assistência social

02/04/2026 05:30, atualizado 02/04/2026 14:26
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LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), fala ao Metrópoles sobre agenda da Casa e sobre as eleições de 2026

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), promete pautar PEC que terá impacto bilionário sobre o próximo governo que assumir em janeiro de 2027.

A proposta prevê que a União repasse o mínimo de 1% da receita corrente líquida para financiar ações de proteção básica e especial na assistência social, sem incluir os mecanismos de transferência de renda disponíveis.

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O presidente da Câmara, Hugo Motta
Presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB)
Presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB)
Câmara quer votar PEC da escala 6x1 até o fim de maio
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Câmara quer votar PEC da escala 6x1 até o fim de maio

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O presidente da Câmara, Hugo Motta
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O presidente da Câmara, Hugo Motta

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Presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB)
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Presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB)

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Presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB)
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Presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB)

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Segundo fontes do Ministério da Fazenda, os cálculos iniciais estimam impacto de mais de R$ 15 bilhões nos cofres públicos com a emenda à Constituição por ano a partir de 2027.

A ideia da equipe econômica é enviar os números à Câmara e, provavelmente, se posicionar contra a PEC. Outras alas do governo Lula, no entanto, devem ter posicionamento diferente.

Apesar do impacto fiscal, integrantes da articulação política do governo avaliam que será difícil o Palácio do Planalto se posicionar contra o tema, pelo apelo positivo da pauta em ano eleitoral.

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A PEC tramita na Câmara desde 2017 e parou em uma comissão especial, em 2021. Motta anunciou a inclusão do texto na pauta da Casa em um vídeo publicado no Instagram, na terça-feira (31/3).

À coluna, Motta disse que resolveu pautar a proposta por ser uma “demanda antiga” e “muito justa”. Ele admitiu, contudo, que não combinou com o governo e com a Fazenda a votação da proposta.