Marinho nega acordo pró-Moraes e diz que Janja é "cabo eleitoral" de Flávio
À coluna, Rogério Marinho disse que PT tenta "virar o jogo" ao dizer que Flávio fez acordo com Temer para salvar Moraes e ironizou Janja
07/10/2026 15:07, atualizado 07/10/2026 15:10

Coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), o senador Rogério Marinho (PL-RN) negou à coluna qualquer chance de acordo político do presidenciável para salvar o ministro do STF Alexandre de Moraes.
A negativa foi uma reação a petistas, que avaliaram à coluna que o apoio do ex-presidente Michel Temer (MDB) a Flávio no segundo turno envolveria um acordo para salvar Moraes, indicado ao Supremo pelo emedebista.
“Nas conversas que nós tivemos, não existe nenhuma palavra de acordo. Não queremos vingança contra ninguém, mas não seremos omissos“, afirmou Marinho à coluna.
Para o senador potiguar, petistas investem nessa tese em uma “tentativa de virar o jogo”, após perceberem que o “grande vetor” da vitória da direita no primeiro turno foi o próprio STF, que “claramente tomou um lado”.
Marinho afirmou ainda que ofensiva do PT visa “desplugar a população do nosso lado”. Ele lembrou, porém, que mais de 70% dos presos votaram em Lula. “Sabemos exatamente qual é o lado deles e qual é o nosso”, declarou.
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Frequência de envio: Diário
Ver todasO coordenador da campanha de Flávio afirmou que, ao contrário de Lula, que chegou a dizer em 2023 que queria se “vingar” do ex-juiz Sergio Moro, responsável por condenar o petista, o candidato do PL quer olhar para frente.
“Lula tem um retrovisor maior que pára-brisas. Só vive olhando pro passado. Nós não. Queremos reconstruir o país, reconciliar o povo”, disse Marinho.
Janja como cabo eleitoral
Na conversa com a coluna, o coordenador da campanha de Flávio afirmou ainda que, apesar da vantagem do senador no primeiro turno sobre Lula, “ninguém pode subestimar Lula e o PT, que é uma máquina de moer fake news”.
Marinho afirmou ainda que a atual primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, tem ajudado Flávio com os ataques à direita. “Ela é a nossa grande cabo eleitoral. Ela e ele (Lula), aliás“, ironizou o senador potiguar.










