Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Eleições 2026Igor Gadelha

Lula fica em Brasília no fim de semana se preparando para debate da Band

Lula passará o fim de semana reunido com auxiliares em Brasília para se preparar para o debate da Band, marcado para o domingo (18/10) em SP

16/10/2026 12:21, atualizado 16/10/2026 12:22
Reprodução/ Carolina Curi/Agência Senado
Lula em promulgação das Emendas Constitucionais 140 e 141 de 2026

O presidente Lula (PT) decidiu passar o fim de semana em Brasília se preparando para o debate da Band, marcado para a noite do domingo (18/10), em São Paulo.

O confronto será o primeiro entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL) durante a campanha presidencial. No primeiro turno, os dois candidatos não foram aos debates.

Lula fica em Brasília no fim de semana se preparando para debate da Band - destaque galeria
3 imagens
Presidente Lula
Presidente Lula
Presidente Lula
1 de 3

Presidente Lula

Presidente Lula
2 de 3

Presidente Lula

Divulgação/ Ricardo Stuckert.
Presidente Lula
3 de 3

Presidente Lula

Segundo apurou a coluna, o time escalado para ajudar Lula na preparação para o debate da Band tem pelo menos quatro aliados e auxiliares, que ficarão em Brasília:

– O ministro da Secom, Sidônio Palmeira;
– O senador Camilo Santana (PT-CE);
– O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT);
– O ex-ministro e senador eleito Rui Costa (PT-BA).

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor Gadelha

Além deles, o time deve contar com outros auxiliares. Entre eles, o jornalista cearense Chagas Vieira, que foi incorporado à equipe de comunicação da campanha no segundo turno.

A consultora de comunicação Olga Curado também foi sondada para ajudar na preparação. A consultora, vale lembrar, participou da preparação de Lula para os debates em 2022.

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

A estratégia de Lula para o debate deve se concentrar na comparação de propostas com Flávio. Segundo Sidônio, o presidente deverá evitar ataques pessoais e explorar a promessa do adversário de promover um corte de cerca de R$ 250 bilhões nos gastos públicos.

A intenção é questionar de onde sairão os recursos e associar o chamado “tesouraço” ao risco de cortes em programas sociais, como o Farmácia Popular e o Minha Casa, Minha Vida — linha que a campanha petista já vem explorando na propaganda eleitoral e nas agendas de Lula.