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Igor Gadelha

Lula diz que COP30 em Belém será “teste para líderes globais”

Presidente Lula aproveitou discurso na cúpula do G7 para convidar líderes estrangeiros para COP30, conferência do clima da ONU em Belém

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Lula com o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney.
1 de 1 Lula com o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney. - Foto: Ricardo Stuckert / PR

Kananaskis, Canadá — O presidente Lula usou um de seus discursos durante a cúpula do G7, nesta terça-feira (17/6), no Canadá, para convidar líderes estrangeiros para a COP30, a conferência do clima da ONU que acontecerá em Belém (PA), em novembro.

Em sua fala, Lula disse contar com a participação de todos os presentes no G7 na COP30 “em pleno coração da Amazônia” . “Belém será um teste para os líderes globais mostrarem a seriedade de seu compromisso com o futuro das pessoas e do planeta”, afirmou.

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Lula com a presidente do México, Claudia Sheinbaum
Lula com o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung
Lula, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi
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Lula, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi

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Lula com a presidente do México, Claudia Sheinbaum
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Lula com a presidente do México, Claudia Sheinbaum

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Lula com o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung
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Lula com o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung

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Nesse discurso, o presidente brasileiro mencionou uma série de “promessas não cumpridas”, que, nas palavras dele, se somam a “cortes e retrocessos deliberados”. “O Protocolo de Quioto foi um símbolo do nosso fracasso coletivo”, citou Lula, como exemplo.

O chefe do Palácio do Planalto mencionou ainda que a COP29, que ocorreu em 2024 no Ajerbaijão, terminou “com resultados decepcionantes”. O petista lembrou ainda que, no ano passado,países ricos reduziram em 7,1% sua “Ajuda Oficial ao Desenvolvimento”.

No discurso, Lula elencou cooperação tributária internacional como uma “frente crucial” para reduzir desigualdades no mundo. Ele voltou a defender a proposta de taxar em 2% o patrimônio de indivíduos super-ricos, o que, segundo ele, pode gerar US$ 250 bilhões ao ano.

“Os membros do G7 detêm mais de 40% do poder de voto no Banco Mundial e no FMI. Tornar essas instituições mais representativas é crucial para aproximá-las das necessidades do Sul Global”, disse Lula.

O chefe do Palácio do Planalto defendeu ainda como “urgente” a desburocratização do acesso a fundos climáticos e o investimento em mecanismos inovadores.

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