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Igor Gadelha

Genebra se blinda com tapumes temendo quebra-quebra no G7. Vídeo

Cúpula do G7 vai acontecer em Évian-les-Bains, cidade francesa localizada a cerca de 45 km de Genebra, na segunda-feira (15/6)

Igor Gadelha13/06/2026 15:48, atualizado 13/06/2026 15:51
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Ruas de Genebra, na Suíça, às véspera da cúpula do G7 na França
Genebra se blinda com tapumes temendo quebra-quebra no G7

Genebra — Genebra, na Suíça, decidiu se blindar contra possíveis manifestações violentas durante a cúpula do G7, grupo que reúne as sete maiores economias mundiais.

Nos últimos dias, o cenário da cidade se transformou. Lojas de grife, hotéis e outros comércios de rua passaram a proteger suas vitrines e entradas com tapumes.

Também houve reforço nas fronteiras terrestres da Suíça com a França e no policiamento nas ruas, aeroportos e estações de trem de Genebra.

A cúpula do G7 vai acontecer em Évian-les-Bains, cidade francesa localizada a cerca de 45 km de Genebra. O evento começa segunda-feira (15/6).

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Polícia de Genebra, na Suíça, às véspera da cúpula do G7 na França
Lula e o presidente da França, Emmanuel Macron
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Lula e o presidente da França, Emmanuel Macron
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Lula e o presidente da França, Emmanuel Macron

Ricardo Stuckert / PR

A reunião terá a presença de chefes de Estado importantes. Entre eles, Donald Trump, Emmanuel Macron e o presidente Lula, que chega à Europa na segunda.

Mas por que tanta precaução em Genebra, se a cúpula do G7 vai acontecer em uma cidade francesa ao lado da Suíça? A resposta está no passado.

Em 2003, quando Évian-les-Bains também sediou a reunião do então G8, Genebra virou palco de protestos violentos, com saques e quebra-quebra.

Naquela época, o bloco ainda se chamava G8, porque a Rússia fazia parte. Naquele ano, o Brasil participou pela primeira vez de uma reunião do bloco como convidado.

Quem representou o país foi o presidente Lula, que estava no primeiro ano de seu primeiro mandato à frente do Palácio do Planalto.

Agora em 2026, também estão previstos protestos em Genebra no domingo. O temor de lojas e hotéis da cidade é de que o cenário de 2003 se repita.

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