Genebra se blinda com tapumes temendo quebra-quebra no G7. Vídeo
Cúpula do G7 vai acontecer em Évian-les-Bains, cidade francesa localizada a cerca de 45 km de Genebra, na segunda-feira (15/6)

Genebra — Genebra, na Suíça, decidiu se blindar contra possíveis manifestações violentas durante a cúpula do G7, grupo que reúne as sete maiores economias mundiais.
Nos últimos dias, o cenário da cidade se transformou. Lojas de grife, hotéis e outros comércios de rua passaram a proteger suas vitrines e entradas com tapumes.
Também houve reforço nas fronteiras terrestres da Suíça com a França e no policiamento nas ruas, aeroportos e estações de trem de Genebra.
A cúpula do G7 vai acontecer em Évian-les-Bains, cidade francesa localizada a cerca de 45 km de Genebra. O evento começa segunda-feira (15/6).
A reunião terá a presença de chefes de Estado importantes. Entre eles, Donald Trump, Emmanuel Macron e o presidente Lula, que chega à Europa na segunda.
Mas por que tanta precaução em Genebra, se a cúpula do G7 vai acontecer em uma cidade francesa ao lado da Suíça? A resposta está no passado.
Em 2003, quando Évian-les-Bains também sediou a reunião do então G8, Genebra virou palco de protestos violentos, com saques e quebra-quebra.
Naquela época, o bloco ainda se chamava G8, porque a Rússia fazia parte. Naquele ano, o Brasil participou pela primeira vez de uma reunião do bloco como convidado.
Quem representou o país foi o presidente Lula, que estava no primeiro ano de seu primeiro mandato à frente do Palácio do Planalto.
Agora em 2026, também estão previstos protestos em Genebra no domingo. O temor de lojas e hotéis da cidade é de que o cenário de 2003 se repita.
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