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Igor Gadelha

Flávio Bolsonaro bate boca com petista e sugere prisão de Moraes

Bate-boca de Flávio Bolsonaro e senador do PT ocorreu durante sessão da CCJ do Senado, após petista criticar anistia para condenados do 8/1

11/12/2024 16:06, atualizado 11/12/2024 16:12
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Edilson Rodrigues/Agência Senado
Eduardo Bolsonaro atingiu o irmão Flávio

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) bateu boca com o petista Rogério Carvalho (PT-SE) durante a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na tarde desta quarta-feira (11/12).

Durante o bate-boca, Flávio chegou a sugerir a prisão do ministro do STF Alexandre de Moraes e ouviu de volta do senador petista que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, é que deveria estar preso.

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O senador Rogério Carvalho (PT/SE)
Flávio Bolsonaro é um dos articuladores da petição internacional que alegará violação de direitos humanos
Senador Flávio Bolsonaro
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Senador Flávio Bolsonaro

Edilson Rodrigues/Agência Senado
O senador Rogério Carvalho (PT/SE)
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O senador Rogério Carvalho (PT/SE)

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Flávio Bolsonaro é um dos articuladores da petição internacional que alegará violação de direitos humanos
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Flávio Bolsonaro é um dos articuladores da petição internacional que alegará violação de direitos humanos

Igo Estrela/Metrópoles

A confusão começou durante a fala de Carvalho na sessão que sabatinava indicados para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O petista fazia uma intervenção contra o projeto de anistia dos condenados pelo 8 de Janeiro.

Flávio, então, começou a falar fora do microfone, criticando a posição do colega do PT. Carvalho, então, aproveitou para afirmar que, se continuasse a ser interrompido, falaria “que golpista deveria estar na cadeira”.

— “Começando pelo Alexandre de Moraes aí?”, questionou Flávio.

— “Começando pelo seu pai. Começando com o ex-presidente Jair Bolsonaro”, respondeu Carvalho.

O bate-boca só terminou com a intervenção do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que presidia a sessão da CCJ no momento. Flávio ainda pediu um direito de resposta, na qual criticou o Judiciário.

“O que foi falado aqui é exatamente como o Judiciário está se comportando: há um prejulgamento – sequer há denúncia ainda, e a condenação já é pedida com prisão, com punição previamente determinada. Esse é o raciocínio de quem diz defender a democracia. Obviamente, a melhor coisa que se faz para desmascarar um comunista é dar a ele a palavra”, afirmou o senador do PL.

Confira como foi a sessão da CCJ com o bate-boca:

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