Igor Gadelha

CPI do INSS: relator decide pedir ajuda de 4 órgãos para investigação

Relator da CPI mista do INSS definiu com o presidente do colegiado que irão pedir ajuda da Polícia Federal e de outros três órgãos

atualizado

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O deputado Ricardo Ayres
1 de 1 O deputado Ricardo Ayres - Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O relator da CPMI do INSS, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), definiu com o presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), buscar ajuda de quatro órgãos para auxiliá-los na investigação.

À coluna, o relator disse que pedirá a requisição de servidores da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Polícia Federal, da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal.

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A decisão foi tomada por Ayres em reunião com Aziz na segunda-feira (18/8). Segundo o relator, os próprios órgãos vão sugerir nomes de seus servidores para ajudar nos trabalhos da CPMI.

Na reunião, Ayres e Aziz também definiram que o plano de trabalho e as primeiras convocações serão votados já na próxima semana. Nesta quarta-feira (20/8), haverá apenas a instalação do colegiado.

Novo relator

Em seu primeiro mandato como deputado federal, Ayres foi escolhido como relator da CPMI pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (PB). Os dois são do mesmo partido, o Republicanos.

Em entrevista à coluna, Ayres disse que quer uma investigação acima das disputas políticas. Ele defendeu que o foco de seu trabalho como relator será nas provas já colhidas pela Polícia Federal.

Com deputado e senadores, o foco da CPI mista é investigar o esquema de descontos ilegais de aposentadorias do INSS, revelado em uma série de reportagens do Metrópoles.

“Precisamos lidar com muita cautela diante dessa disputa política e ideológica entre governo e oposição. Segundo informações da Polícia Federal e do Ministério Público, os descontos indevidos ocorrem desde 2019, atravessando dois governos diferentes. Por isso, é fundamental que todos no colegiado tratem o tema como uma pauta de interesse nacional, acima de rixas e disputas partidárias”, disse Ayres à coluna.

O nome de Ayres, porém, desagradou a oposição bolsonarista, que preferia um deputado mais combativo contra o governo. O argumento é que o parlamentar sequer assinou o pedido de instalação da CPMI.

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