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Igor Gadelha

Coronel assessor de Braga Netto também foi alvo da PF neste sábado

Além de prender Braga Netto, PF realizou, neste sábado (14/12), buscas na casa de um coronel do Exército que é assessor do general preso

14/12/2024 08:17, atualizado 14/12/2024 21:28
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PF/Divulgação
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Assessor do general Braga Netto tanto durante o governo Jair Bolsonaro quanto no PL, o coronel do Exército Flávio Peregrino também foi alvo da operação da Polícia Federal na manhã deste sábado (14/12), no âmbito do inquérito do golpe.

Segundo apurou a coluna, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão na casa de Peregrino em Brasília.  O militar, no entanto, não foi preso como Braga Netto, que foi detido pela Polícia Federal pela manhã em seu apartamento no Rio de Janeiro.

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Braga Netto foi ministro no governo Bolsonaro
General Braga Netto está preso em uma unidade do Exército no Rio de Janeiro desde dezembro de 20224
Assessor do general Braga Netto também foi detido
General Braga Netto está preso desde dezembro
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General Braga Netto está preso desde dezembro

© Fernando Frazão/Agência Brasil
Braga Netto foi ministro no governo Bolsonaro
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Braga Netto foi ministro no governo Bolsonaro

Igo Estrela/Metrópoles
General Braga Netto está preso em uma unidade do Exército no Rio de Janeiro desde dezembro de 20224
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General Braga Netto está preso em uma unidade do Exército no Rio de Janeiro desde dezembro de 20224

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Assessor do general Braga Netto também foi detido
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Assessor do general Braga Netto também foi detido

Igo Estrela/Metrópoles

Peregrino tinha sido citado no relatório final da PF sobre o inquérito do golpe. A corporação diz ter encontrado na mesa do coronel, na sede do PL, um documento que seria uma espécie de “perguntas e respostas” sobre a delação de Mauro Cid.

“O conteúdo indica se tratar de respostas dadas por Mauro Cid a questionamentos feitos por alguém, possivelmente relacionado ao general Braga Netto, que aparenta preocupação sobre temas identificados pela Polícia Federal relacionados à tentativa de golpe de Estado, evidenciando que o grupo criminoso praticou atos concretos para ter acesso ao conteúdo do Acordo de colaboração firmado por Mauro Cesar Cid com a Polícia Federal”, diz o relatório da PF.

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Em uma das perguntadas, por exemplo, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro foi questionado sobre “O que foi delatado” em relação ao “teor das reuniões”. A resposta, em primeira pessoa, diz que “nada”, porque “não entrava nas reuniões”.

“O contexto do documento é grave e revela que, possivelmente, foram feitas perguntas a Mauro Cid sobre o conteúdo do acordo de colaboração realizado por este em sede policial, as quais foram respondidas pelo próprio, em vermelho”, disse a PF no relatório.