Igor Gadelha

Conciliação sobre IOF ditará relação de Motta com Lula no 2º semestre

Para deputados, resultado da conciliação sobre IOF no STF deverá ditar tom que a Câmara adotará com governo Lula no 2º semestre de 2025

atualizado

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Deputado Sostenes Cavalcante PL-RJ e Hugo Motta Republicanos-PB projeto de decreto legislativo PDL que derruba o aumento do Imposto sobre Operacoes Financeiras IOF – Metropoles 1
1 de 1 Deputado Sostenes Cavalcante PL-RJ e Hugo Motta Republicanos-PB projeto de decreto legislativo PDL que derruba o aumento do Imposto sobre Operacoes Financeiras IOF – Metropoles 1 - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A audiência de conciliação sobre o imbróglio do IOF, que reunirá governo e Congresso nesta terça-feira (15/7), no STF, vai ditar o “tom” da Câmara em relação a Lula no segundo semestre, após a volta do recesso parlamentar.

Lideranças da Casa afirmam que, por ora, não há definição sobre a pauta a partir de agosto. Isso porque o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ainda não deixou claro como tratará o governo Lula.

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Hugo Motta entrou na mira de Trump por conta do PL da Anistia
Hugo Motta, presidente da Câmara, durante votação da derrubada do decreto do IOF
Hugo Motta e o líder do PL, Sóstenes Cavalcante
O presidente da Câmara, Hugo Motta
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Hugo Motta e o líder do PL, Sóstenes Cavalcante
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Caso a conciliação sobre o IOF ocorra de forma positiva, explicam deputados, Motta poderá ser mais amigável ao governo. Em especial, pela necessidade de unir forças contra o tarifaço imposto ao Brasil por Donald Trump.

Entretanto, caso a conciliação não termine em bons termos — por exemplo, com uma decisão do Supremo que beneficie o Planalto, sem o aval da Câmara —, a situação para Lula pode não ser confortável na Casa.

Esse cenário, na avaliação de deputados, favoreceria projetos da oposição e de arrocho fiscal e dificultaria a votação de propostas de interesse apenas do governo com vistas a aumentar a popularidade de Lula.

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