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Campanha do PT vê tentativa de derrubar “Exército de Lula” durante debate

Para campanha petista, decisão de Nunes Marques sobre "Exército de Lula” seria tentativa de tirar o canal do ar durante o debate da TV Globo

22/10/2026 17:02, atualizado 22/10/2026 17:10
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Campanha do PT vê tentativa de derrubar “Exército de Lula” durante debate

Auxiliares do presidente Lula (PT) viram a mais nova decisão do presidente do TSE, Nunes Marques, sobre o canal de WhatsApp “Exército de Lula” como uma tentativa de derrubar a ferramenta digital durante o debate da TV Globo, marcado para a noite desta sexta-feira (23/10).

Na quinta-feira (22/10), véspera do confronto entre Lula e o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, Nunes Marques deu prazo de 24 horas para que a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, envie ao TSE um amplo relatório com dados técnicos sobre o canal.

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca reeleição
Ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE
Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva chega ao Senado Federal para participar de sessão solene destinada à promulgação de duas emendas constitucionais: a EC 141/2026, que extingue a escala de trabalho 6x1, e a EC 140/2026, que prevê aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.

Foto: Carolina Curi/Agência Senado
Nunes Marques pede à área técnica do TSE análise sobre "Exército do Lula"
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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca reeleição
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Carolina Curi/Agência Senado
Ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE
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Ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva chega ao Senado Federal para participar de sessão solene destinada à promulgação de duas emendas constitucionais: a EC 141/2026, que extingue a escala de trabalho 6x1, e a EC 140/2026, que prevê aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.

Foto: Carolina Curi/Agência Senado
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Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva chega ao Senado Federal para participar de sessão solene destinada à promulgação de duas emendas constitucionais: a EC 141/2026, que extingue a escala de trabalho 6x1, e a EC 140/2026, que prevê aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. Foto: Carolina Curi/Agência Senado

A determinação atendeu a um pedido da campanha de Flávio, que solicitou a verificação do plano de conformidade firmado pela Meta com a Justiça Eleitoral. O documento estabelece medidas adotadas pela empresa para prevenir e mitigar riscos à integridade do processo eleitoral.

Nos bastidores, integrantes do governo e da campanha petista interpretam a decisão como uma tentativa de Nunes Marques de comprometer a atuação do canal durante o debate da Globo, momento considerado estratégico pela equipe de Lula em razão do poder de alcance.

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A avaliação entre esses interlocutores de Lula é de que o prazo estabelecido pelo ministro, às vésperas do debate, aumenta o risco de uma nova medida contra a ferramenta justamente durante o confronto, o último entre os presidenciáveis antes do segundo turno, no domingo (24/5).

Até o momento, contudo, a determinação de Nunes Marques exige o envio de informações técnicas pela Meta e não representa, por si só, uma nova ordem de suspensão do canal. A ordem, contudo, foi mais um capítulo da disputa judicial em torno do canal “Exército de Lula”.

Na semana passada, o atual presidente do TSE chegou a determinar a suspensão da ferramenta, em meio a questionamentos apresentados pela campanha de Flávio à Justiça Eleitoral sobre o funcionamento do canal e sua conformidade com as regras do processo eleitoral.