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Igor Gadelha

Câmara de SP já tem sua primeira CPI protocolada em 2025

Logo após a posse dos novos parlamentares municipais, vereadora ligada ao MBL disse ter assinaturas para CPI sobre invasões de propriedades

02/01/2025 05:30, atualizado 02/01/2025 14:42
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André Bueno/CMSP
Fachada da Câmara de Vereadores de SP - Metrópoles

Logo após a posse dos vereadores eleitos em 2024, a Câmara Municipal de São Paulo teve a primeira comissão parlamentar de inquérito da nova legislatura protocolada.

A iniciativa partiu da vereadora Amanda Vettorazzo (União Brasil), que é uma das coordenadoras nacionais do Movimento Brasil Livre (MBL). Ela propõe uma CPI para apurar as invasões de propriedade em São Paulo.

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Vereadores durante votação na Câmara Municipal de São Paulo
A vereadora Amanda Vettorazzo já pediu abertura de CPI na Câmara de SP
Fachada da Câmara de Vereadores de SP
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Fachada da Câmara de Vereadores de SP

André Bueno/CMSP
Vereadores durante votação na Câmara Municipal de São Paulo
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Vereadores durante votação na Câmara Municipal de São Paulo

Richard Lourenço / Rede Câmara
A vereadora Amanda Vettorazzo já pediu abertura de CPI na Câmara de SP
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A vereadora Amanda Vettorazzo já pediu abertura de CPI na Câmara de SP

Divulgação

Segundo a parlamentar, empossada para o seu primeiro mandato na quarta-feira (1º/1), ela já obteve as 19 assinaturas necessárias para a abertura da comissão parlamentar de inquérito.

“Precisamos entender quais interesses estão por trás dessas invasões, quais grupos políticos estão envolvidos e, principalmente, se há e para onde está indo o dinheiro dos aluguéis pagos pelos ocupantes”, afirmou.

Mais votado também protocola CPIs

Além da CPI pedida por Vettorazzo, o vereador Lucas Pavanato (PL) também conseguiu protocolar o pedido de abertura de duas comissões de inquérito no primeiro dia de trabalho da Casa Legislativa.

Pavanato, que foi o mais votado do Brasil com 161,3 mil votos, obteve assinaturas para as CPIs das Invasões, que também pede investigação sobre ocupações na capital, e para a CPI das ONGs que atuam com dependentes químicos.

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