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Igor Gadelha

Anistia: a estratégia do Planalto para retirar assinaturas da urgência

Planalto passou orientação a ministros sobre como pressionar deputados a retirarem assinaturas ao requerimento de urgência do PL da Anistia

14/04/2025 13:21, atualizado 14/04/2025 15:09
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Foto colorida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) - Metrópoles

Ministros e auxiliares de Lula no Palácio do Planalto têm atuado, nos bastidores, para tentar barrar o avanço, no Congresso Nacional, do projeto da anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro.

Segundo auxiliares presidenciais, os ministros do governo foram orientados a procurar sobretudo deputados de seus estados para pedir que retirem as assinaturas do requerimento de urgência da proposta.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante
O líder do PL, Sóstenes Cavalcante, e o líder da oposição, deputado Zucco
Presidente Lula falou sobre eleição de 2026 com aliados
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Presidente Lula falou sobre eleição de 2026 com aliados

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante
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Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O líder do PL, Sóstenes Cavalcante, e o líder da oposição, deputado Zucco
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O líder do PL, Sóstenes Cavalcante, e o líder da oposição, deputado Zucco

Marina Ramos/Câmara dos Deputados

A avaliação no Planalto é de que os ministros de Lula teriam muito mais influência sobre deputados de seus estados do que de seus partidos e, por isso, devem focar na estratégia regionalizada.

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Em outra frente, o Planalto também tem buscado lideranças do Centrão cujos partidos têm ministérios no governo, para pedir que pressionem os deputados de suas legendas a retirarem suas assinaturas da urgência.

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Sem efeito até agora

À frente da articulação pela anistia, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, diz que a pressão do governo não teria surtido efeito. Segundo ele, as 265 assinaturas pela urgência seguem mantidas desde a sexta-feira (11/4).

Dessse total, como noticiou o Metrópoles, mais de 100 seriam de deputados de partidos que possuem cargos no governo Lula, o que incomodou o Planalto. A lista completa ainda não foi disponibilizada pelo líder do PL.