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Igor Gadelha

Alvo da PF, Malafaia planejava visitar Bolsonaro na prisão domiciliar

Antes de ser alvo da PF, Silas Malafaia procurou defesa de Bolsonaro para saber se o ex-presidente toparia receber o pastor na prisão

20/08/2025 21:25, atualizado 20/08/2025 21:37
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IsabellaFinholdt/Especial Metrópoles
Ex-presidente Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia durante protesto na Av. Paulista - Metrópoles

Alvo da Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (20/8), o pastor Silas Malafaia planejava pedir ao STF, nos próximos dias, para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão domiciliar, em Brasília.

Na terça-feira (19/8), Malafaia disse à coluna que seu advogado já havia procurado a defesa de Bolsonaro para saber se ele toparia recebê-lo. Após o aval, o pastor entraria com a petição no Supremo.

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Pastor Silas Malafaia
Jair Bolsonaro durante ato na Paulista
Pastor Silas Malafaia defendeu Nikolas Ferreira das acusações de apoiar esquema do PCC na Faria Lima
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Pastor Silas Malafaia defendeu Nikolas Ferreira das acusações de apoiar esquema do PCC na Faria Lima

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Pastor Silas Malafaia
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Pastor Silas Malafaia

Reprodução/Youtube
Jair Bolsonaro durante ato na Paulista
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Jair Bolsonaro durante ato na Paulista

Isabella Finholdt/Especial Metrópoles

A PF e o ministro do STF Alexandre de Moraes se anteciparam e frustraram o encontro. Ao chegar ao Brasil na quarta-feira, Malafaia foi alvo de operação da Polícia Federal ainda no aeroporto.

O pastor teve seu celular apreendido e foi conduzido por policiais para prestar depoimento. As medidas foram autorizadas por Moraes, que também proibiu o religioso de falar com Bolsonaro.

Malafaia estava passando uma temporada em Portugal. Foi diretamente da Europa que o pastor soube da suposta inclusão de seu nome no rol de investigados pela PF em um inquérito.

O religioso foi incluído como investigado no inquérito que apura a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos em busca de sanções contra autoridades brasileiras – entre elas, ministros do STF.

Além de Malafaia e Eduardo, são investigados no mesmo inquérito o ex-presidente Jair Bolsonaro e o jornalista bolsonarista Paulo Figueiredo, que tem atuado junto a Eduardo nos EUA.

Segundo o ministro do STF Alexandre de Moraes, relator do caso e alvo das sanções, essas ações buscam atrapalhar o andamento do processo no qual Jair Bolsonaro é réu por tentativa de golpe de Estado.

Nesta quarta-feira, a PF indiciou Bolsonaro e Eduardo pelos crimes de coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, por meio da restrição ao exercício dos poderes constitucionais.

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