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Igor Gadelha

Além da saúde, Tarcísio não foi a ato na Paulista por outros 2 motivos

Procedimento na tireoide não foi o único motivo pelo qual governador Tarcísio de Freitas se ausentou do ato bolsonarista na Av. Paulista no domingo (3/8)

04/08/2025 17:38, atualizado 04/08/2025 17:39
Isabella Finholdt
Tarcísio de Freitas

O procedimento cirúrgico na tireoide foi um dos principais motivos pelos quais o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), não compareceu à manifestação na Avenida Paulista, no domingo (3/8). Mas não foi o único.

Tarcísio, segundo aliados próximos, também resistiu a comparecer ao ato por outros dois motivos: 1) o tarifaço imposto por Donald Trump a importações brasileiras; e 2) as sanções ao ministro do STF Alexandre de Moraes.

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Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas
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Tarcísio de Freitas aponta risco de perda de 120 mil empregos em São Paulo devido ao tarifaço
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Tarcísio de Freitas aponta risco de perda de 120 mil empregos em São Paulo devido ao tarifaço
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Tarcísio de Freitas aponta risco de perda de 120 mil empregos em São Paulo devido ao tarifaço

Isabella Finholdt / Metrópoles

Em conversas com aliados, Tarcísio explicou que marcou a radioablação da tireoide antes mesmo da convocação do protesto. O procedimento foi realizado no domingo porque aquele seria o único dia que o médico poderia.

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Mesmo que tivesse feito a radioablação no sábado (2/8), o governador de São Paulo também teria dificuldades em comparecer ao ato na Avenida Paulista no dia seguinte, porque ainda estaria se recuperando do procedimento.

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Para além da saúde, contudo, Tarcísio admitiu, segundo aliados, que ficaria ruim para ele comparecer a um ato em que as pessoas exaltariam o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio ao tarifaço.

A auxiliares, o governador paulista ressaltou que a ampla maioria da população brasileira é contra o tarifaço, de acordo com pesquisas recentes. Nesse cenário, a presença na manifestação poderia prejudicar a imagem de Tarcísio.

O governador, segundo aliados, também não se sentiu confortável em comparecer a um ato em defesa do impeachment de Moraes, sobretudo em meio às sanções dos EUA ao ministro do STF; dessa vez, com a chamada Lei Magnitsky.

Em conversas com auxiliares, o governador avaliou que sua presença poderia prejudicar São Paulo em julgamentos de interesse do estado no Supremo. “Sou pacificador, não sou da guerra”, disse Tarcísio, segundo relatos.

A ausência do governador foi duramente criticada pelo pastor Silas Malafaia, principal organizador do ato na Paulista. Mas, segundo auxiliares, Tarcísio não pretende responder publicamente as críticas do religioso.