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Igor Gadelha

A reação de Bolsonaro à divulgação da delação de Mauro Cid

Jair Bolsonaro reagiu, nos bastidores, ao depoimento de Mauro Cid que aponta Michelle como integrante de "ala mais radical" de seu entorno

Repórter de Igor Gadelha27/01/2025 02:00, atualizado 27/01/2025 07:07
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Tenente-coronel do Exército Brasileiro, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, fica em silêncio durante sessão da CPMI do 8 de Janeiro PF

O ex-presidente Jair Bolsonaro reagiu, nos bastidores, ao depoimento do tenente-coronel Mauro Cid, seu ex-ajudante de ordens, divulgado pela imprensa no domingo (26/1). A oitiva foi realizada pelo militar no âmbito de sua delação premiada.

Em conversas com aliados após a divulgação do conteúdo, Bolsonaro tentou desacreditar as declarações de Cid. Entre elas, a de que sua esposa, Michelle, integrava a ala “mais radical” do grupo que defendia que o ex-presidente desse um golpe.

A reação de Bolsonaro à divulgação da delação de Mauro Cid - destaque galeria
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O ex-presidente Jair Bolsonaro
Para aliados, Bolsonaro afirmou que Mauro Cid quase não falava com Michelle, e não teria como saber de opinião da então primeira-dama
Tenente-coronel Mauro Cid
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O ex-presidente Jair Bolsonaro
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Para aliados, Bolsonaro afirmou que Mauro Cid quase não falava com Michelle, e não teria como saber de opinião da então primeira-dama
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Para aliados, Bolsonaro afirmou que Mauro Cid quase não falava com Michelle, e não teria como saber de opinião da então primeira-dama

Igo Estrela/Metrópoles

Com quem conversou, Bolsonaro disse que Cid não tinha convivência com Michelle no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, enquanto eles estavam no poder. Segundo o ex-presidente, os dois se falavam muito pouco.

A aliados Bolsonaro afirmou que essa suposta falta de relação entre a ex-primeira-dama e o ex-ajudante de ordens indicaria que Mauro Cid não tinha como saber as posições pessoais de Michelle após a derrotada do marido nas eleições de 2022.

Além de Michelle, Cid afirmou à PF que integravam a ala mais radical que defendia o golpe o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), os ex-ministros Onyx Lorenzoni e Gilson Machado e os senadores Jorge Seif (PL-SC) e Magno Malta (PL-ES).

O teor do depoimento de Mauro Cid foi divulgado pelo colunista Elio Gaspari no domingo e confirmado pelo Metrópoles.

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