Igor Gadelha

A reação de Bolsonaro à divulgação da delação de Mauro Cid

Jair Bolsonaro reagiu, nos bastidores, ao depoimento de Mauro Cid que aponta Michelle como integrante de “ala mais radical” de seu entorno

atualizado

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Tenente-coronel do Exército Brasileiro, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, fica em silêncio durante sessão da CPMI do 8 de Janeiro PF
1 de 1 Tenente-coronel do Exército Brasileiro, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, fica em silêncio durante sessão da CPMI do 8 de Janeiro PF - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O ex-presidente Jair Bolsonaro reagiu, nos bastidores, ao depoimento do tenente-coronel Mauro Cid, seu ex-ajudante de ordens, divulgado pela imprensa no domingo (26/1). A oitiva foi realizada pelo militar no âmbito de sua delação premiada.

Em conversas com aliados após a divulgação do conteúdo, Bolsonaro tentou desacreditar as declarações de Cid. Entre elas, a de que sua esposa, Michelle, integrava a ala “mais radical” do grupo que defendia que o ex-presidente desse um golpe.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro
Para aliados, Bolsonaro afirmou que Mauro Cid quase não falava com Michelle, e não teria como saber de opinião da então primeira-dama
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Para aliados, Bolsonaro afirmou que Mauro Cid quase não falava com Michelle, e não teria como saber de opinião da então primeira-dama
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Para aliados, Bolsonaro afirmou que Mauro Cid quase não falava com Michelle, e não teria como saber de opinião da então primeira-dama

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Com quem conversou, Bolsonaro disse que Cid não tinha convivência com Michelle no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, enquanto eles estavam no poder. Segundo o ex-presidente, os dois se falavam muito pouco.

A aliados Bolsonaro afirmou que essa suposta falta de relação entre a ex-primeira-dama e o ex-ajudante de ordens indicaria que Mauro Cid não tinha como saber as posições pessoais de Michelle após a derrotada do marido nas eleições de 2022.

Além de Michelle, Cid afirmou à PF que integravam a ala mais radical que defendia o golpe o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), os ex-ministros Onyx Lorenzoni e Gilson Machado e os senadores Jorge Seif (PL-SC) e Magno Malta (PL-ES).

O teor do depoimento de Mauro Cid foi divulgado pelo colunista Elio Gaspari no domingo e confirmado pelo Metrópoles.

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